Aproveitando que vou estar sozinha esta tarde de sábado vou ver se ainda sei usar as pernas para correr. Desejem-me sorte.
sábado, 9 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
O amor não se explica!
Dia 28/06/2000. Foi o primeiro jogo de futebol que me lembro de chorar. Portugal perdeu a meia-final do Euro 2000 com a França. Eu tinha dez anos e o meu coração partiu-se nesse dia.
Vejo futebol desde que me lembro. Acompanhada pelo meu pai, avô e tios, sendo a única mulher, ainda que criança, verdadeiramente interessa nisto do futebol, lá em casa.
As duas figuras predominantes, o meu pai e avô são benfiquistas até à alma e eu, nasci e morrerei portista. Discuti muito ao longo dos anos. Lances, decisões e resultados com eles, mas além de sermos tão distantes em cor, somos muito próximos no amor pelo futebol.
Quando me perguntam porque gosto tanto nunca respondo, porque não há resposta possível que faça entender quem não gosta.
Há diversos lugares comuns contra este desporto, que é para entreter o povo, que é o desporto dos analfabetos e por aí.
Eu só tenho vinte e seis anos, mas já vi muitos jogos nesta vida, e o futebol mudou muito nestes últimos anos, indo numa direção que não será a melhor, mas a paixão por este jogo ultrapassa tudo isto.
Ser de um determinado clube é como ser de uma tribo, é "lutar" pelas nossas cores e emblema, é apoiar, é gritar, é, independentemente do resultado, sentir orgulho.
Quando a bola roda, o coração acelera. Quando há um lance perigoso, sentimos a frustração. Quando há golo, é um êxtase orgásmico.
Nos últimos tempos o meu clube, a minha paixão não está a passar uma boa fase. O FCPorto está a atravessar um momento dramático.
Sim, dramático! Para quem é portista, ver o nosso clube perder a identidade, jogar sem alma, dói. E dói porque para quem ama o desporto quer mais e principalmente cá dentro, quem é do Porto exige mais.
Digo que jamais poderia ser de outro clube por duas razões. A primeira é porque nasci para vencer e o único clube em Portugal que ganha desde que me lembro é o Porto e a segunda razão, e mais importante, porque há pouco clubes no mundo com a raça do Porto, há poucos clubes que se assemelham tanto à rebeldia intrínseca da minha personalidade. Porque no Porto todos são um pouco rebeldes, inconformados, desejosos de mais.
E agora, ver a nossa mística perder-se assim e ninguém fazer nada é absolutamente devastador.
Eu sou apaixonada por futebol em geral e pelo Porto muito em particular e o que eu gosto mesmo é de bom futebol, de vibrar, de sentir a adrenalina, de me apaixonar repetidamente pelo jogo.
Fico à espera de um novo começo, um novo dragão que nos faça sorrir.
Isto é amor e para quem não o sente, não vou explicar mais =)
Estupidamente feios e estupidamente caros!
1 - Chloé, €3015
2 - Moschino, €2150
3 - Moschino, €2150
4 - J. W. Anderson, €2185
5 - Roberto Cavalli, €2640
6 - Emilio Pucci, €1405
Bem, nem sei que dizer... Os da Moschino não são tão feios, mas os preços deixam-os horrorosos!!
Expressões que quero acabar em 2016.
Eu já estabeleci as minhas metas para este ano, no entanto há uma coisa que quero mesmo trabalhar. A eliminar algumas expressões que uso e não gosto nada.
Sempre me congratulei de ter um vocabulário bom mas estas pequenas expressões matam o meu querido léxico.
Há, claro, expressões que uso e vou continuar a usar e são quase uma imagem de marca. Chamo babe e baby a todas as pessoas de quem gosto. É engraçado chegar ao pé dos meus pais quando estão com amigos e chamar o meu pai de baby, mas é algo tão meu que ninguém reclama.
Cada vez que atendo o telemóvel a alguém que me é muito próximo atendo com um "hey babe" e há poucas coisas que sejam tão Nádia.
Agora, estas que se seguem, vão desaparecer!
Epáááá e Tipo. São duas palavras que uso e abuso e detesto. O épa é mesmo assim arrastado e uso-o sempre que alguma coisa me irrita, quando estou a pensar e a falar ao mesmo tempo, quando quero mandar alguém dar uma volta. Uso-o porque sim e porque não. Não faz qualquer falta ao meu vocabulário e precisa de desaparecer. Em conjunto está o tipo. É provavelmente a palavra que eu mais detesto usar mas que uso na mesma. Está enraizado e eu detesto tanto!
Filho/a e Filhinho/a. Bem, a palavra em si não tem nada de mal, agora chamar ás pessoas filho e filhinho como se fosse uma mulher de 80 anos, não me parece bem. Eu chamo filho/a aos meus pais, ao meu namorado, até à minha avó. Sem contar que todos os meus amigos são meus filhinhos. É algo que também não penso, chamo só. E faz-me parecer tão brejeira.
Expressões religiosas. Eu não sigo nenhuma religião tão pouco acredito em alguma, por isso tem alguma piada quando me sai algo como "aí por amor da santa" ou "valha-me deus". É verdade que são expressões que estão presentes no nosso vocabulário popular e crescemos a ouvi-las mas isso não me acalenta. Não me sinto minimamente feliz por usar este tipo de expressões e até sinto uns laivos de hipocrisia cada vez que as utilizo. Assim, vou ter de trabalhar para as eliminar.
O grande problema disto tudo é como me vou policiar.
Eu não estou a ser snobe, porque sou até bastante liberal com o vocabulário, sendo que metade da minha família é do norte do país, não fico nada impressionada com um palavrão e digo-os também, quando calha. Agora estas são expressões que realmente não gosto e não acrescentam nada.
Porque convenhamos, uma boa caralhada no momento certo é como um bálsamo para o espírito.
Posto isto, alguma ideia que me ajude a parar com elas?
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
O dia que saí de casa.
Foi em 2009. No meu mês favorito, Setembro.
Entrei na faculdade e inevitavelmente tinha de abandonar a casa que foi o meu ninho pelos últimos 20 anos.
Escolher Lisboa para fazer faculdade foi propositado. Sempre fui uma pessoa livre e independente e depois de um gap year, onde fiz muita coisa, sentia-me mais que preparada para enfrentar o mundo sozinha e já conhecia a cidade razoavelmente.
Verdade seja dita que o meu namorado já cá estudava, mas viver com ele nesta fase era impensável, eu queria mesmo viver sozinha.
Verdade também que muitas dessas noites passei com ele, outras tantas com amigos e maioria a festejar por esta bela cidade. Afinal estava na faculdade.
Na primeira fase dividi casa com uma colega de faculdade, que além de gostar imenso, não éramos propriamente amigas.
Assim podem ver que me atirei aos lobos. E venci.
Tudo correu bem porque fui sem medo, porque mesmo que em alguma altura fizesse asneiras não iria ser o fim do mundo.
Mas muitas coisas custaram, imenso.
Cozinhar. Hoje adoro cozinhar mas naquela altura não era a minha atividade favorita. Claro que em casa, vulgo casa dos meus pais que será sempre a minha casa, cozinhava algumas refeições e divertia-me. Agora cozinhar todos os dias é outra conversa. Nunca percebi muito bem o drama da minha mãe quando reclamava que tinha de pensar muito o que iria cozinhar em cada dia e finalmente percebi. Ou tens imaginação ou acabas a comer o mesmo de dois em dois dias.
E cozinhar peixe. Eu adoro comer peixe, mas cozinha-lo e arranja-lo. Aí. Foram momentos de drama, muito drama.
Passar a ferro. Sabes quando te levantas e pensas numa determinada roupa e ela magicamente está passada no armário? Pois é, não estava. Tive de aprender a estender roupa e passa-la imediatamente para não acumular montes enormes. Eu sempre tratei muito bem da minha roupa e sempre lavei à mão algumas peças mais delicadas sem esforço, mas passar a ferro não era minha tarefa e até conseguir um plano que resultasse, foram muitos dias a chegar atrasada ás aulas porque tive de passar determinada roupa antes de sair.
Controlar o dinheiro. Eu saí de casa e os meus pais continuaram a financiar-me. Antes de partir de vez, acordamos uma mesada, fora as despesas fixas, com a qual tinha de me sustentar, basicamente para comer e atividades lúdicas. Eu tinha uma boa mesada e tinha também uma pequena poupança, mas controlar os gastos nos primeiros meses foi complicado.
Não tinha a mínima noção o que custava abastecer a casa com comida e custa. Não tinha noção que ir tantas vezes almoçar/jantar fora fosse um encargo tão significativo no orçamento e é. E não sabia que gastava tanto na noite e gastava (hoje em dia nem tanto).
Foi todo um processo de aprendizagem, muitos momentos de economia para não ligar a pedir mais dinheiro e muitos momentos de planejamento. Aprendi a aproveitar promoções, a comprar o que é preciso e não comprar porque sim. Basicamente, aprendi a dar valor ao dinheiro.
Acordar a horas. Desde que entrei na escola quem me acordava todos os dias era o meu pai, com um doce "filhota acorda, vamos carochinha está na hora" acompanhado por um beijinho. Ora, sozinha e apenas a depender de um telemóvel para acordar, não deu certo. Foram muitas manhãs a passarem à frente, muitas manhãs a 200 km para não chegar tarde. Foi provavelmente o que mais me custou de tudo. E a única coisa com que ainda luto.
Ainda hoje, passados 6 anos, não tenho maturidade para acordar cedo, mas tento.
Mimo. Eu tive uma infância/adolescência/inicio de idade adulta muito fácil. Tenho os melhores pais do mundo, não por tudo o que me deram materialmente, mas por tudo o que me deram emocionalmente. Ficar longe custou. Não sou uma pessoa cola, não sou extremamente carinhosa, mas o beijinho antes de dormir, as gargalhas à refeição, até mesmo as implicâncias fizeram muita falta.
A minha mãe a ralhar para sair da banheira e o meu pai ao mesmo tempo a perguntar se estou a aprender a nadar; as danças sincronizadas ao longo do corredor onde cada um tem o seu papel; as tardes ao sol no terraço com a Shiva a roubar-nos comida; as conversas com a minha avó; as noites de cinema caseiro; as panquecas às duas da manhã.
Todas estas pequenas tradições, que ainda hoje sinto muita falta, custaram horrores. Mas sempre pensei que não podemos ter tudo na vida e temos de andar para a frente.
É bom salientar que todas estas coisas ainda acontecem quando estou em casa. Quando há amor nada muda =)
Posto isto só tenho um conselho para quem saiu de casa à pouco tempo ou quem o vai fazer, cresçam sem medo.
Lembrem-se que os vossos pais estão com tanto ou mais medo que vocês nesta fase por isso parem de choraminguices. Sejam a parte adulta nesta fase e mostrem que está tudo bem. Vai custar sempre, em qualquer altura em qualquer idade, mas isto é viver.
Encarem os problemas de frente, peçam ajuda se precisarem, mas não hesitem.
Crescer é isto mesmo, voar finalmente sozinhos. (Mesmo que amanha tenhamos que voltar ao ninho para um pouquinho de aconchego)
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Pantone Primavera/Verão 2016
Já vamos estando habituados a que a Pantone, empresa conhecida pelo seu sistema de cores utilizada no mundo artístico, não só na moda mas também na expressão plástica e afins, no apresente as cores mais influentes de cada estação.
Este ano a paleta de cores para a Primavera/Verão consiste num conjunto de cores unissexo. Um conjunto de cores muito alargada, conveniente a todos os gostos, sem padronizações e imposições de género e formas.
Podem ler mais aqui,
Este é o conjunto de cores proposto pela Pantone para a próxima temporada.
Acho que foi em 2014, quando a cor Orquídea Radiante foi escolhida e invadiu os blogs e a moda em geral que realmente me apercebi da influência destas escolhas.
Podemos então esperar nas novas coleções inúmeras peças influenciadas por estes tons.
Para ajudar, fiz uma pequena recolha de peças que se adequam perfeitamente e que já se encontram nas lojas.
Bolsa ASOS €22,06
Botas ASOS €30,88
Blusão Stradivarius €25,95
Vestido H&M €28,99
Sandálias ASOS € 51,47
Vestido ASOS €22,79
Verniz Essie €10,71
Vestido ASOS € 28,68
Vestido ASOS € 41,18
Top Blanco €5,39
Vestido ASOS € 279,41
Camisa Zara €19,95
Vestido ASOS €49,27
Sombra em lápis H&M €4,99
Top Zara €22,95
Vestido Stradivarius €15,95
New Balance 410 €61,77
Jeans Pull&Bear €19,99
Blusa Blanco €4,76
Vestido ASOS €29,41
Qual a cor é a vossa favorita?
Eu estou profundamente apaixonada pelo Lilac Gray e tenho uma atração inexplicável pelo Buttercup.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Livro da Semana . Amor Cruel, Colleen Hoover
Novo ano, promessas antigas. Ler é um dos meus prazeres e não falo muito de livros por aqui, ou não falo tanto como acho necessário. Assim sendo, vou tentar todas as semanas falar sobre um novo livro, cada semana uma intensidade e profundidade diferente. Histórias mais leves outras mais intensas. Bibliografias, históricos e até BD. Vamos ter um pouco de tudo.
Hoje temos Amor Cruel.
Sinopse
Tate é enfermeira e muda-se para São Francisco, para casa do irmão Corbin, para estudar e trabalhar. Miles é piloto-aviador e mora no mesmo prédio de Corbin. Depois de se conhecerem de forma atribulada, Tate e Miles acabam por se aproximar e dar início a uma relação exclusivamente física. Para que esta relação exista, Miles impõe a Tate duas regras:
«Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»
Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois.
Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?
E poderá algo tão cruel transformar-se numa relação bonita e duradoura?
«Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»
Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois.
Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?
E poderá algo tão cruel transformar-se numa relação bonita e duradoura?
Da escritora Colleen Hoover é um livro com personagens jovens e uma história intensa, onde o amor e a luxúria se misturam. Miles é um homem torturado pelo passado e não está disposto a pensar num futuro com Tate, mas a verdade é que os sentimentos se confundem e as vidas dos dois entrelaçam-se.
É uma história envolvente porque é muito bem narrada e foge dos clichés deste tipo de romance. Bem, retificando, este não é "esse tipo de romance", porque não é um romance brega cheio de lugares comuns. É uma história que foge dos moldes e por isso é tão boa de ler. A história é apresentada em dois momentos temporais distintos, o presente e os flashbacks do passado de Miles.
O final do livro é muito bom também. Daqueles que vale muito a pena ler.
“I didn’t fall in Love with you Tate, I Flew.”
A Wook é a livraria com o exemplar mais barato a €15,29
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
As tendências de 2016 e o que encontrar nos saldos.
O novo ano está aí e com ele as novas tendência. Sou sincera, não é algo que siga religiosamente, porque detesto o mote de andarmos todos parecidos, mas há tendências que gosto.
Ora os saldos são as alturas perfeitas para adquirir peças tendência, uma vez que não serão peças que durarão várias temporadas e muitas delas são marcadas demais.
Assim fiz uma seleção das tendências que mais gosto para este novo ano e os artigos tendência que podemos encontrar nos saldos que ai estão.
Ombros destapados
É uma tendência que temos visto muito mas que continua em 2016. Eu especialmente adoro. Não sendo fã de decotes muito profundos, sou amante de ombros destapados. Acho sexy, feminino e transporta-me para uma onda gipsy que adoro.
Pijama Style
Também não é uma tendência nova. No verão passado viu-se muito.
Eu gosto, mas não uso. Acho que é daquelas tendências que ficam bem a pessoas muito magras. Pessoas com algumas curvas podem transformar o look em algo demasiado ousado.
Brincos Marcantes
Das tendências que mais gosto. Adoro bijuteria grande e os brincos não são excepção. No entanto nos saldos não encontrei um seleção tão fascinante, no entanto, as novas coleções prometem.
Anos 90
É a tendência. Há várias temporadas que está em alta e vai continuar.
Há coisas que detesto, como as coleirinhas de plástico coladas ao pescoço, mas anos 90 são anos 90 e são fantásticos.
Folhos
Este ano os folhos voltam em força. É uma tendência perigosa uma vez que cria muito volume, no entanto, é tão feminina.
Influência Latina
Salero, vermelho, rosas e fluidos. Este ano o sangue vai correr mais quente e as roupas vão transparecer. Posso dizer que as novas coleção estão maravilhosas no que respeita a esta tendência mas há várias peças fantásticas nos saldos.
Riscas
Todos os anos elas voltam mas este ano em padrões mais gráficos e novos formatos. A minha tendência de eleição.
Mochilas
O ano passado invadiram as ruas e este ano vão continuar. Para mim custou a voltar a elas, mas agora é um elemento que não dispenso. Há para vários estilos e carteiras. Basta escolher.
Quais são as tendências que mais gostam para este novo ano?
E vamos começar!
Hoje começa oficialmente o ano! Porque nos três dias que passaram não fiz nada!
Dia um foi dia de recuperação! Dormi até me fartar! Dia dois ainda me arrisquei a ir almoçar fora mas rapidamente decidi que ainda precisava de descanso. Ontem foi dia de estar enroscada no E a ler.
Maravilha.
Mas como o mundo não pode ser só preguiça hoje volto cheia de força!
E vai ser dia de quê? Arrumações! Bah
É por aí, muita força para encarar o novo ano?
Dia um foi dia de recuperação! Dormi até me fartar! Dia dois ainda me arrisquei a ir almoçar fora mas rapidamente decidi que ainda precisava de descanso. Ontem foi dia de estar enroscada no E a ler.
Maravilha.
Mas como o mundo não pode ser só preguiça hoje volto cheia de força!
E vai ser dia de quê? Arrumações! Bah
É por aí, muita força para encarar o novo ano?
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Esperança.
Quando soou a meia-noite fizemos promessas e desejamos com todas as forças novos rumos e mudanças.
Desejamos uma revolução suave na nossa vida, uma melhoria que traga sorrisos e gargalhadas.
Prometemos ser mais e melhor. Fazer diferente. Renovarmo-nos.
Quando a meia-noite suou, sonhamos. Viajamos pelos nossos sonhos mais profundos e ansiamos por eles. Decidimos que íamos lutar, muito, com tudo o que temos.
Quando a meia-noite suou, fomos mais felizes, porque tivemos esperança.
Agora é de manhã e já nem tudo nos parece tão brilhante. A dor de cabeça lateja e parece tudo um pouco desfocado.
Não nos lembramos bem do que desejamos. Nem do porquê. Afinal não passam de metas irreais.
Hoje, à luz do sol, tudo parece mais cinzento.
É essa a tristeza da vida, o que a falta de esperança faz connosco. Ofusca os brilhos e encolhe-nos.
O meu desejo para este novo ano não é só para mim, mas para todos vós. Que seja meia-noite todos os dias e a todas as horas. Que os brilhos dos sonhos e a esperança nos encaminhe e faça da nossa vida algo muito melhor.
Bom ano querida pessoa desse lado.
Acredito em ti.
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