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sexta-feira, 29 de julho de 2016

A demonização das celebridades.

Nunca me incomodou muito o que as pessoas fazem com a sua vida se isso não interfere com a minha de uma forma negativa. 
Acho mesmo que cada um é livre de viver como bem entende sem ser sujeito ao escrutínio alheio. 
Todos, menos as celebridades. 

Não, não são aquelas pessoas que são reconhecidas pelo trabalho que realizam em alguma área, mas sim as pessoas que são conhecidas apenas porque são conhecidas.
Temos imensas no nosso país, mas a nível mundial o exemplo máximo são, obviamente, as Kardashians
E hoje eu venho fazer uma coisa muito estranha, defender estas pessoas, ou algumas delas vá.

Na quarta à noite dei por mim a assistir ao programa Passadeira Vermelha, que mais não é do que uma conversa de café num estúdio de televisão. Por mim tudo bem, há que proporcionar entretenimento a todos. O que me impressionou foi a forma quase arrogante que os assuntos são comentados.
Ora três comentadores, no alto da sua sabedoria, criticam, menosprezam e desdizem as mais variadas pessoas. Personalidades reconhecidas e celebridades, vão a todos. 
O que me incomodou mesmo foi a forma provinciana que abordam os assuntos.

Se admiro o estilo de vida da Kim Kardashian? Não. Se queria ser alguma daquelas mulheres K? Também não. Se acho que são bem sucedidas? Imenso!

Ora bem. Um vídeo porno caseiro foi parar à internet. Acontece todos os dias, a milhares de pessoas. Começar daí uma fortuna de milhões que se estende a toda a família? Aconteceu às Kardashians
Gostando ou não, elas ou quem as acompanhou, foram inteligentes ao ponto de lucrar com a situação e criar um império. E a partir daí estenderam os seus tentáculos aos mais distintos ramos.
Hoje são das pessoas mais seguidas do mundo, verdadeiras formadoras de opinião.
Se "comentadores especializados" não conseguem entender a importância destas questões nos dias que correm, ora. não estão a prestar a atenção devida. 

Há 50 anos as mulheres idolatravam a Marilyn Monroe, hoje a Kim Kardashian, mudou assim tanto? 

Aceito que as pessoas que se expõem sejam facilmente criticadas o que não aceito é que as ridicularizem quando, num campo que elas entenderam ser o seu, são extremamente bem sucedidas.
Vivemos num mundo novo, com novos "heróis". 
Se não se percebe também não se deve criticar, pelo menos, não levianamente. 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Top5 - Personagens mais irritantes da história das séries

Eu sou uma papa séries. Vejo tudo, independentemente do estilo ou pontuação do imdb
Claro que tenho as séries da minha vida, que eu amo e defendo com a vida (exagero!) e tenho aquelas que vejo por ver. 
Há personagens que me apaixonam, que desejo secretamente que fossem pessoas reais e se transformassem em meus bff´s!
Mas depois, depois há aquelas personagens que me fazem sentir laivos de homicida. Personagens fictícias que me fazem sentir ódio sério. 
Assim, vamos ao meu top 5 de personagens irritantes e odiosas.

Joffrey Lannister-Baratheon, Game of Thrones
Acho que há poucas personagens que atinjam o nível desta. É completamente e unanimemente horrível. 
É daquelas personagens que nos irritam, nos fazem pensar em múltiplas formas de homicídio e nos fazem odiar o actor, quando o seu único pecado foi uma interpretação incrível. 
Posso dizer, sem spoilers, que foi um rejubilo quando finalmente algo de mau lhe aconteceu. 

Ted Mosby, How I Met Your Mother
Foi uma das comédias que mais gostei. O casal Lily/Marshall e o Barney são das personagens mais adoráveis, mas a série tinha o mais chato e aborrecido personagem principal de sempre. 
Ted Seca Mosby não dá para defender. É chato, carente, pegajoso, indeciso e chato, já disse chato?

Meredith Grey, Grey´s Anatomy
Eu vejo Grey´s Anatomy há onze anos. Comecei a ver no ano que estreou e aqui estou, onze anos depois. A verdade é que não sei bem porque ainda vejo, só sei que a cada sexta-feira, lá vou eu ver o novo episódio, absorta na curiosidade de quem vai morrer, se vão ser colhidos por um tsunami ou é desta que chegam os aliens. 
A personagem principal, não é, de todo, a razão para eu continuar a ver. 
Meredith é sem dúvida, uma das personagens mais autocentradas da história da televisão, as dúvidas, a indecisão constante, as fugas fáceis, a má disposição, são só cansativas e fazem com que esta personagem seja só mais uma que detesto com convicção. 

 Michael Dawson, Lost
Vamos já concordar em algo, Lost é a melhor série do mundo, certo? 
A forma mágica como o tempo é trabalhado, o mistérios e as metáforas constantes, as personagens intensamente e profundamente únicas, 
Mas depois há aquelas que temos de odiar de tão irritantes que são, como é o caso de Michael Dawson. 
Além de ser completamente irritante, tem um dos carácter mais questionáveis de todo o elenco. 
Quando ele voltou à ilha quase tive um ataque!

Eleonor Guthrie, Black Sails
Ora aqui está uma personagem que comecei por gostar e acabei por detestar. Para quem vê a série, sabe que esta é apenas uma mulher desprezível.
Mais uma autocentrada e narcisista, que não olha a meios para alcançar os seus objectivos.
É má, é hipócrita e é vingativa. 
Detestável, portanto.



Por aí, quais as vossas personagens mais odiadas?

terça-feira, 12 de abril de 2016

Série da semana, Underground


A cada nova série que estreia fico na esperança que seja uma nova paixão.
A verdade é que há algum tempo que não descubro uma série que me agarre à tv (pc) e me faça esperar impacientemente por um novo episódio.

Felizmente, Underground chegou. 
É uma série com um tema poderoso, que nos deixa incomodados e revoltados, com um elenco muito bom e que a cada episódio cria um novo folgo. 

Está no quinto episódio e só quero é ver mais!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Making a Murderer - Um documentário assustador.


É o documentário do momento. Estreou a 18 de Dezembro no Netflix e meio mundo fala disso.

O documentário aborda a vida de um homem, Steven Avery, que foi acusado de 32 anos de prisão por um crime de violação e passado 18 anos, os quais passou na prisão, é ilibado por novas provas de ADN.
Tudo isto podia ser uma história com final feliz se, Steven, não fosse de novo acusado de um crime de homicídio, de uma fotografa de 25 anos, e acabasse condenado a prisão perpetua. 
Se os contornos da história são surpreendentes, os detalhes são enlouquecedores. 

O grande foco do documentário realizado durante 10 anos, de 2005 a 2015, é a conduta da policia e dos oficiais de justiça para comprovarem a culpa de Steven. Nos dois casos, no que o colocou 18 anos inocente na prisão e no mais recente, a policia tem um papel completamente inconsistente e pouco profissional, actuando mais como justiceiros do que agentes, ignorando completamente o pressuposto de inocência a que todos temos direito. 

Vale muito a pena. É assustador sermos levados nesta história louca, que nos faz pensar o quão fácil é, nas circunstancias erradas e com pessoas erradas, podemos ser considerados qualquer coisa.

Aconselho vivamente.