Normalmente, quando acordo vejo notícias. Hoje foi o que fiz.
Porra, outra vez.
Aqui tão perto. O sentimento de vizinhança adensasse.
São locais que conhecemos bem, onde já fomos felizes.
Não, não fecho os olhos quando o mal acontece em mundos mais distantes do meu. Mas quando temos recordações dos locais, como aconteceu também em Novembro, torna-se mais real, mais nosso.
E o medo surge.
Medo por todos os inocentes que vão sofrer por isto, medo dos ataques xenófobos e irracionais, medo do que ainda está por vir.






