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terça-feira, 7 de março de 2017

Filme da semana. Logan



Existem milhares de super-heróis. Histórias que nos levam a realidades alternativas e nos deliciam com a sua criatividade. Existem super-heróis para todos os gostos. E depois existem o Wolverine.

A primeira vez que vi algo dos X-Men foi na Sic. E enquanto as minhas amiguinhas andavam loucas com as Navegantes da Lua eu queria era ser uma mutante. Lembro-me do meu pai me perguntar qual era o X-Men que eu queria ser e a minha resposta ser peremptória "Quero ser o Wolverine com o cabelo da Storm."

Wolverine sempre foi o meu favorito, sempre foi o que me levava a ler as poucas comics que li (não, não são a minha cena). Nunca foi a personagem mais profunda, nunca foi a mais consensual. É selvagens e enfurecido e eu sempre quis saber porque.
O professor Xavier por seu turno é das personagens que mais carinho nutro, principalmente esta protagonizada por Patrick Stewart

Logan diz-nos tudo o que precisamos saber sobre o Wolverine. Faz-nos amá-lo um pouco mais. 
Quem espera mais um filme de super-heróis não o vai ter. Logan é um filme de introspecção e redenção. Uma lição.
É uma obra sobre a humanidade e a procura de sentido. É o último folgo de esperança.
É uma metáfora perfeita dos nossos tempos. Cru, duro e real.

Chorei e senti. Logan é o filme que mostra a humanidade dos super-heróis. 


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Filme da semana, Me Before You


Acho que não é novidade para ninguém que gosto de cinema. Gosto de quase tudo, grandes sucessos de bilheteira, independentes, americanos ou suecos. Gosto no geral. 
E também não é novidade que a minha grande paixão é a leitura. Também neste campo não sou esquisita.

Assim, quando há cerca de três anos este livro me caiu nas mãos foi amor certo.
Podem ler aqui o que escrevi sobre ele ainda o ano passado.

Ora, a espera pelo filme foi angustiante. Queria muito ver como conseguiriam transmitir tudo o que o livro foi capaz de fazer para um filme. Não conseguiram, na minha opinião.

Vamos por partes e comecemos pela parte boa, Emilia Clarke
É uma das actrizes mais badaladas devido à sua participação em GoT, mas no papel da Lou foi soberba. Amorosa, expressiva e radiante. Tal e qual imaginei a Lou quando a li. 
O casting acertou em cheio nesta escolha.

Pelo contrário, a personagem de Will deixou muito a desejar. Não sou uma grande fã de Sam Claflin, assim de repente lembro-me dele apenas no Hunger Games. Mas a questão é que não senti nenhuma empatia com a personagem do filme, ao contrário do que foi acontecendo no livro.
Se no livro, Will nos é apresentado como um homem intratável, ao longo da obra somos ensinados a gostar dele. No filme não aconteceu, pelo menos comigo. 

Se me comovi? Claro, mas por me lembrar do livro e não pelo filme que estava a ver.
Normalmente isto acontece, gosto sempre mais da obra escrita, mas a verdade é que estava à espera de mais. Não só pela personagem de Will mas também pela forma apressada com que a história é desenrolada. 

Na dúvida, o livro é sempre a melhor opção. 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Filme da Semana, Suicide Squad



muitas vezes comentei que gosto imenso de filmes de super heróis.
Este, particularmente, estimulou a minha curiosidade por que os heróis eram, neste caso, anti-heróis.
Com uma maquina de marketing ímpar e a expectativa de milhões de fãs, era um dos filmes mais aguardados do ano.
Não alcançou as expectativas.

A historia tem um mote interessante, personagens engraçadas e com alguma profundidade, no entanto, está tudo muito mal aproveitado. Para não falar que os maus da fita são do mais ridículo que há.
A grande expectativa do filme era sem dúvida a personagem do Joker, uma das maiores desilusões na minha opinião. Gosto muito do Jared Leto, mas este Joker fica muito aquém de outras performances conhecidas. É louco sim, perigoso, sim, mas parece que nada bate certo naquela personagem e é tudo muito forçado.
A par disto temos um Will Smith igual a todas as suas restantes personagens, nada de novo, temos personagens apenas para encher minutos do filme.

A parte boa é que também há excelente momentos no filme.
Uma Harley Quinn maravilhosa. Muito estereotipada, à boa maneira da BD, mas muito engraçada e intensa
Viola Davis no seu melhor. Também muito parecida com as suas personagens mais conhecidas mas sempre em bom.

No geral é um filme que entretém mas não convence.  


Adenda: Por motivos técnicos (ainda não acabei de os compor), os looks da semana vão sair mais tarde.




quarta-feira, 25 de maio de 2016

Filme da semana, X-Men - Apocalypse



Voltamos com filmes de super-heróis e este é dúvida o meu favorito. 
Se me apaixonei já adulta por personagens como Iron Man ou Batman (jamais colem a personagem à triste e macabra interpretação de Ben Affleck), os X-Men são um amor antigo e infantil.
Todos os dias acordava cedo para ver os desenhos animados que passavam na Sic sobre a escola de mutantes do Professor X, sonhava em ser a Storm e tinha, e mantenho, uma paixão platónica pelo selvagem Wolverine.

Assim, desde que em 2000 se iniciaram os filmes dos X-Men, tenho visto todos, sem excepção, várias vezes. 
É verdade que gosto mais dos últimos filmes do que da trilogia original. São um espectáculo de entretenimento melhor e mais elaborado, mas todo o universo mutante vive no meu coração. (Lamechas!)

Apocalypse é isso mesmo, um bom filme de entretenimento, com um bom elenco e uma boa história.
A verdade é que esperava um pouco mais. A história é bem contada, no entanto, fico sempre há espera de sentir o mesmo que senti depois de assistir X-Men - Fist Class, para mim o melhor até hoje.

Em Apocalypse é-nos contada a história do primeiro mutante e como este tenta reivindicar o que julga seu. 
Mas mais do que isto é uma abordagem social, uma metáfora poderosa dos nossos comportamentos.
A história de Magneto será sempre uma das minhas favoritas, talvez porque Michael Fassbander seja tão irrepreensível e maravilhoso na pele do personagem, que nos faz, muito facilmente, perceber e até apoiar o lado do herói-vilão. 
A inclusão de Sophie Turner como a jovem Jean Grey é também um dos grandes trunfos do filme. Ela deixou-nos apaixonados com Sansa de GoT e aqui volta a fazê-lo. 
Para finalizar, os 2 minutos de cena de Hugh Jackman valem cada segundo. 

É um bom filme do género e é um bom filme no geral. Entretém, anima e iguala as expectativas dos fãs. 
O melhor filme de super-heróis que estreou este ano, até agora. 


quinta-feira, 19 de maio de 2016

Filme da semana, Captain America - Civil War


Eu sou a maluquinha dos filmes de super-heróis, Sim, são patriarcais e machistas. Sim, promovem alguns ideais duvidosos. Eu sou formada em sociologia, mas não tenho de analisar tudo.
Gosto de filmes de acção, gosto de super-heróis, sou um tanto geek e divirto-me imenso.

Foi com uma grande expectativa que fui ver com o E, o meu companheiro de cinema favorito neste mundo, o Capitão América  - Guerra Civil. E não saí desfraldada. O filme é bom, mesmo bom.
Não se retém no estereótipo de "filme de super - heróis"  e leva o combate moral a um novo nível. 
A premissa é simples, até quando a nossa liberdade de defesa pode chegar? 
A equipa dos Avengers divide-se e é impossível não escolher um lado. 

Curiosamente, eu e o E ficamos em lados opostos. Sempre disse que o que mais gosto na nossa relação é isto, sermos tão iguais mas tão diferentes, Pelas nossas vivências e experiências olhamos a vida com um olhar diferente. Podia ser terrível mas não é. 
Ensinamo-nos imenso, crescemos pelos olhos um do outro.

Fora este à parte, aconselho mesmo verem o filme, para quem gosta do género. 
Há cenas de acção maravilhosas, piadas muito boas e novos personagens muito interessantes. 

Bom filme. 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Filme da Semana, Straigth Outta Compton


"In the mid-1980s, the streets of Compton, California, were some of the most dangerous in the country. When five young men translated their experiences growing up into brutally honest music that rebelled against abusive authority, they gave an explosive voice to a silenced generation. Following the meteoric rise and fall of N.W.A., Straight Outta Compton tells the astonishing story of how these youngsters revolutionized music and pop culture forever the moment they told the world the truth about life in the hood and ignited a cultural war." Universal Pictures

Sempre fui fã de Hip Hop. Não é coisa de gangsters, de delinquentes. O Hip Hop, mais precisamente o rap sempre foi a forma mais marginal de poesia.
Quem desdenha nunca ouviu um bom rap. Quem menospreza nunca sentiu a crueza e acutilância das palavras. 

Straigth Outta Compton fá-la disso mesmo, do surgimento de um dos momentos mais marcantes do hip hop norte americano. 
Não é um filme sem falhas, existe muito que podia ter sido melhor explicado. Mas transmite a verdadeira essência daqueles que fizeram o hip hop a sua vida e transformaram rimas em arte.

Vale a pena ver, não só para os apaixonados do estilo, mas para o público em geral, que fica a conhecer um pouco mais. 

quarta-feira, 23 de março de 2016

Filme de semana, Beasts of No Nation



Há filmes que nos deixam sem palavras. Eu fiquei com este filme. 
Sabia que queria escrever sobre ele, mas ficou muito difícil saber como o fazer.

Beast of No Nation não é um filme para todos verem. Não é que não o devam fazer, mas muitas pessoas vão menospreza-lo. Para pessoas que não gostam de violência, de filmes de guerra, de brutalidade não é um filme indicado. Porque este é um filme cru. Duro. Verdadeiro. 
É um murro no estômago em forma de filme. 

A guerra é algo que muitos de nós, felizmente, só têm conhecimento teórico. Sabemos de histórias, de acontecimentos. Ouvimos relatos, mas continuamos a viver, sem pensar muito no assunto.
Este filme torna-se tão poderoso porque, além de ser um relato de guerra, é um relato de uma criança. 
Essa criança que num dia era isso mesmo, uma criança que como qualquer outra brincava e no dia seguinte era um soldado.
Uma criança que viu, fez e sentiu mais terror e sofrimento que muitos de nós vemos numa vida.
E o pior, é que este filme apenas relata a vida de milhões de crianças espalhadas pelo mundo. 

A realização é maravilhosa. Idris Elba (adoro este homem!) e Abraham Attah estão perfeitos. 

É um filme duro. É um filme muito bom. 
A perda da inocência. A criação de monstros. A realidade mais crua. 
Vale tanto a pena. 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Especial Natal #28 - Um Natal cheio de Força!

É hoje. 
(Respiração profunda)

É hoje. A estreia mais aguardada dos últimos anos. E além de só ter bilhetes para a sessão de amanha, atrasei-me e já não consegui bilhetes para hoje, já sinto o espírito em mim.
A verdade é que sou uma convertida. Não fui sempre fã de Star Wars. Até à sete anos atrás não tinha visto nenhum. Ora quando confessei isto ao meu, muito recente namorado na altura, ele ponderou por termo à relação ahahah.
E assim, numa tarde, preparados com todo o arsenal para uma séria sessão de cinema, vimos os seis episódios seguidos. 

Foi amor. 

Desde essa altura já revi os filmes, já revi cenas, já li e pesquisei sobre tudo. Virei fã. 
Não uma fã louca que se veste de Leia e fala Shyriiwook, mas daquelas que utiliza a variação do i am your father para tudo, na versão que utilizo é i am your mommy
Também não sou daquelas fãs que desprezam os primeiros três episódios, ou últimos, até porque a minha personagem favorita é o Anakin Skywalker / Darth Vader. Acho que é uma das personagens com maior profundidade. 
Talvez por ter visto as series animadas, onde a personagem do Anakin é protagonista. 

Tudo isto para dizer que este Natal vai ser um Natal marcado por Star Wars. O merchandising criado pela Disney foi brutal e onde quer que vamos encontramos produtos associados ao filme.
Assim hoje deixo ideia de presentes para fãs de Star Wars. 
Devo avisar que a grande maioria deles são encontrados no site da Amazon.com, logo provavelmente não chegarão a tempo do Natal, mas nunca é tarde para receber um presente =) 









May the force be with you
OHOHOH