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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Série da Semana, Queer Eye


A new Fab Five set out to Atlanta to help the city's straight men refine their wardrobes, grooming, diet, cultural pursuits, and home décor.

Sabem aquela sensação que algumas coisas/pessoas por vezes nos transmitem, que o mundo é um local bom e que tudo vai acabar bem? É com essa sensação que fico depois de ver Queer Eye. 
Nunca esquecendo que é um produto televisivo, logo fabricado e a seguir um guião, encontro tanta verdade no desempenho de todos eles que a cada episódio uma nova lágrima corria. 
Cada um deles, nos seus campos de actuação, fazem real diferença nesta mudança que cada participante enfrenta e sendo eu uma fã de programas de makeover, passei tardes de Inverno da minha adolescência a ver a Stacey e o Clinton, acho que este programa apresenta um factor de diferença que o torna vencedor. O cuidado que existe com a história de cada pessoa, onde se incluí cada um dos Fab5.

É um programa delicioso, engraçado e emocionante. Qualquer um deles nos conquista e apaixona e eu quero ser amiga deles já. Não consigo decidir quem é o meu favorito, são todos tão fofinhos.
Vale muito a pena.


terça-feira, 18 de setembro de 2018

Filme e Livros da semana - To all the boys i ever love

Li este livro em 2015 e adorei. Não é uma grande obra-prima. Não muda a vida de ninguém. Mas é dos livros mais fofinhos que andam por aí. Os dois que se seguiram, que continuam a história de Lara Jean, continuam a fofura. Foram um grande êxito mas explodiu quando o filme chegou em Setembro à Netflix.

Foto de autor desconhecido

To al the boys i ever love  - Lara Jean keeps her love letters in a hatbox her mother gave her. One for every boy she's ever loved. The letters are for her eyes only. Until the day they are mailed, and suddenly Lara Jean's love life goes from imaginary to out of control

P.S. I still love youLara Jean didn’t expect to really fall for Peter. She and Peter were just pretending. Except suddenly they weren’t. Now Lara Jean is more confused than ever. When another boy from her past returns to her life, Lara Jean’s feelings for him return too. Can a girl be in love with two boys at once?

Always and forever, Lara JeanLara Jean is having the best senior year a girl could ever hope for. She is head over heels in love with her boyfriend, Peter; her dad’s finally getting remarried to their next door neighbor, Ms. Rothschild; and Margot’s coming home for the summer just in time for the wedding.

But change is looming on the horizon. And while Lara Jean is having fun and keeping busy helping plan her father’s wedding, she can’t ignore the big life decisions she has to make. Most pressingly, where she wants to go to college and what that means for her relationship with Peter. She watched her sister Margot go through these growing pains. Now Lara Jean’s the one who’ll be graduating high school and leaving for college and leaving her family—and possibly the boy she loves—behind.
When your heart and your head are saying two different things, which one should you listen to?


Se os livros são uma fofura, o filme não fica atrás. Com um cast muito bem feito, é maravilhoso ver as personagens a ganhar vida. A história no filme muda um pouco, tem algumas alterações significativas, mas vale muito ver.


Além de continuar a preferir os livros, tanto a leitura como o filme são uma óptima opção para quem precisa de uma dose de doçura. Para não falar que todo o hype em torno do protagonista é justificado. Woah, woah, woah. 

Quem já leu ou já viu o filme? Opiniões?

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Filmes da Semana - The Kissing Booth e When We First Met

A semana passada foi complicada para a minha ansiedade e poc e assim, li muito e vi muitos filmes. Quando tenho dias piores prefiro concentrar-me na leitura de livros mais leves assim como na escolha de filmes menos densos.
Assim, munida do meu comando andei a procurar na Netflix de  filmes fofinhos e encontrei estes dois, The Kissing Booth e When We First Met. 

When Elle Evans, a pretty, late-bloomer who's never-been-kissed, decides to run a kissing booth at her high school's Spring Carnival, she unexpectedly finds herself locking lips with her secret crush- the ultimate bad boy, Noah Flynn. Sparks fly, but there's one little problem: Noah just happens to be the brother of her best friend, Lee,and is absolutely off limits according to the rules of their friendship pact. Elle's life is turned upside down when she realizes that she must ultimately make a choice: follow the rules or follow her heart.

É mau, mesmo muito mau.
O filme é baseado no livro com o mesmo nome. Dentro do género young adult há livros muito bons, neste caso nem o livro nem o filme são dignos de referência dentro do género. 
Mas vou-me concentrar no filme e a primeira frase resume a minha opinião. É mau.
Tem uma dinâmica horrível, uma história oca e representações que deixam muito a desejar. Sim o livro foi escrito por uma miúda de 15 anos mas o filme não foi realizado por uma e por muito que o público-alvo seja o público adolescente isso não equivale a um trabalho medíocre. O pior de tudo é que é um verdadeiro fenómeno de popularidade
Não aconselho, nem para uma sessão de sábado à tarde.

When We First Met
Noah thinks he has the perfect first night with Avery, the girl of his dreams, but gets relegated to the friend zone. He spends the next three years wondering what went wrong - until he gets the unexpected chance to travel back in time and change that night - and his fate - over and over again.

Não é um grande filme. Não é um filme que vá recomendar às minhas amigas. Mas para passar o tempo, é fofinho.
A história é engraçada, tem momentos divertidos, mas não passa de um filme fofo para ver quando queremos descansar o cérebro sem dormir. 
É fofo, nem chega à classificação de fofinho.

Alguém já viu e gostou? Contem-me tudo. 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Série da Semana, 13 Reasons Why


Hannah Baker, a high school student, dies by suicide. Two weeks later, Clay Jensen, one of her closer friends, finds a package on his doorstep containing 7 audio cassettes made by Hannah explaining the 13 reasons why she killed herself, and Clay is one of them. In order to find out how he fits in, Clay must listen to the tapes. But doing so may reveal a disturbing secret about Hannah, as well as some of his classmates, that Clay isn't ready for. Meanwhile, his classmates featured on these tapes set out to keep their secrets hidden by any means necessary.

É a nova série de culto. Saiu no passado dia 31 de Março mas já meio mundo a viu e anda a falar dela.
É uma série que nos faz pensar. Faz-nos discutir e repensar várias coisas.
Vi a série com o E e depois de cada episódio foram largos os minutos que ficamos a discutir as nossas impressões e no episódio final, a discussão estendeu-se noite dentro. 

O bullying é um tema actual. Nunca antes se falou tanto das pressões que os jovens sofrem ao longo dos seus anos de escola. Nunca antes tivemos tantos testemunhos.
Mas abre um diálogo ainda maior do que é sobre o que é ou não bullying. Muitas das personagens são nos dadas como vilões claros. Mas a maioria são personagens cinzentas, como a grande maioria de nós. Faz-nos questionar muitos dos motivos da personagem principal, faz-nos pensar naquilo que significa tanto para alguém e nada para outra. E onde está o meio termo. Onde nos devemos colocar.

É uma boa série para reflectir e alertar sobre vários comportamentos e sobretudo, alerta-nos a olhar para o lado e tentar perceber se uma simples frase nossa pode mudar a vida de alguém, para o bem e para o mal.

Recomendo também a leitura deste artigo após o final da série. A visão de quem já tentou o suicídio que nos deixa ainda mais para reflectir. 

A série foi baseada na obra de Jay Asher, que comecei a ler entretanto. 


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Making a Murderer - Um documentário assustador.


É o documentário do momento. Estreou a 18 de Dezembro no Netflix e meio mundo fala disso.

O documentário aborda a vida de um homem, Steven Avery, que foi acusado de 32 anos de prisão por um crime de violação e passado 18 anos, os quais passou na prisão, é ilibado por novas provas de ADN.
Tudo isto podia ser uma história com final feliz se, Steven, não fosse de novo acusado de um crime de homicídio, de uma fotografa de 25 anos, e acabasse condenado a prisão perpetua. 
Se os contornos da história são surpreendentes, os detalhes são enlouquecedores. 

O grande foco do documentário realizado durante 10 anos, de 2005 a 2015, é a conduta da policia e dos oficiais de justiça para comprovarem a culpa de Steven. Nos dois casos, no que o colocou 18 anos inocente na prisão e no mais recente, a policia tem um papel completamente inconsistente e pouco profissional, actuando mais como justiceiros do que agentes, ignorando completamente o pressuposto de inocência a que todos temos direito. 

Vale muito a pena. É assustador sermos levados nesta história louca, que nos faz pensar o quão fácil é, nas circunstancias erradas e com pessoas erradas, podemos ser considerados qualquer coisa.

Aconselho vivamente.  

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Netflix

Ontem chegou o tão desejado serviço de streaming  Netflix a Portugal. E todos podemos usar, pelo menos por um mês grátis. Basta aceder ao site e fazer a inscrição e fica disponível para utilização.
Permite a criação de vários perfis, para cada elemento que vais usar e assim personalizar a experiência para cada um. Eles avisam três dias antes do pagamento da prestação e assim podemos decidir se queremos continuar com o serviço ou anular. Há três pacotes disponíveis, com preços de €7,99, €8,99 e €11,99, cada um com as suas vantagens.

Cá em casa estávamos ansiosos para experimentar, fizemos o nosso registo no inicio da tarde e eu estive algum tempo a explorar. Assim, ficam aqui as minhas primeiras impressões sobre o serviço:

- É acessível, de fácil acesso. Qualquer pessoa consegue usar sem dificuldade,
- É cómodo. Basta carregar um episódio e podemos sentar no sofá e levar horas à frente da TV porque os episódios vão-se revezando.
- Tem um cruzamento de informação muito interessante. Quando entramos é nos pedido preferências. Estas servem de base para as recomendações de séries e filmes com temática semelhante.
- Disponibiliza séries próprias de muita qualidade como Narcos e Orange is the nem black.
-O único senão que consigo realmente apontar é a fraca lista de conteúdos. Acredito que seja apenas nesta fase grátis, mas o que está disponível agora é realmente muito pouco. Algumas das séries mais emblemáticas não estão presentes como Breaking Bad ou Game of Thrones. Espero realmente que seja uma situação temporária.

Este mês cá em casa é Netflix and Chill time.