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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Mudar de sonhos

Desde criança, sempre fui decidida e focada. Sabia o que queria, quando queria e como queria. E ia lá e fazia. 
Sempre fui muito convicta dos meus ideais e sempre os defendi com argumentos válidos.
Sempre soube o que queria ser no mundo. Até que chegou o dia que deixei de saber.

Acho que todos, quando mais novos, construímos uma imagem daquilo que vamos ser. A minha foi construída a partir daquilo que eu acreditava que fazia a diferença. Eu queria ser "poderosa" para poder ajudar mas também por um regozijo pessoal. Queria ser a senhora durona. Porque acreditava que era assim que as mulheres tinham de ser para serem vistas longe do papel mãe/dona de casa.

Quando cresci, tudo mudou. Porque, não só percebi que o "poder" é superestimado, mas também percebi que a verdadeira realização vem do que nos faz feliz e não do combater incessante da sociedade. 

Eu não nasci para ser dona de casa. É um facto e não há como negar. Mas ao contrário do que sempre sonhei, hoje acredito que nasci para ser mãe. 
Sempre quis ter um trabalho de relevo, reconhecido. Hoje acredito que o verdadeiro bem que quero fazer é melhor feito dos bastidores.
Sempre sonhei ter um trabalho muito bem remunerado e só isso me iria ajudar a ser verdadeiramente feliz. Hoje sei que o dinheiro é apenas uma parte muito pequena da felicidade. Que podemos ser realizadas e felizes com pouco.

Hoje sei que os sonhos mudam ao mesmo tempo que crescemos. E ainda bem. 


segunda-feira, 11 de julho de 2016

A viver o sonho!


Ainda acho que é um sonho. Ainda não acredito. 
Já a vi de perto, a nossa taça. Já vi os jogadores e o treinador. Já saltei e chorei pela vitória. Mas ainda custa acreditar que isto, finalmente, aconteceu.
Para quem ama o jogo, é um momento único. 
Posso dizer, sem tirar uma vírgula, que foi um dos dias mais emocionantes da minha vida. 
E mais um item da minha bucket list para riscar. 
É tão bom viver um sonho.

Obrigada aos nossos heróis.


Claro que não podemos esquecer os restantes atletas portugueses que ontem já nos acordavam como campeões.
Dia de ouro do desporto português. 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Cabelão

Se há alguma coisa que eu tenho inveja (branca, branquinha) é de um cabelão. Aqueles cabelos viçosos, longos, longuíssimos, cheios de movimento. 
Não sei se é por ter síndrome de cabelinho de rato ou simplesmente por ter uma mãe com um cabelão maravilhoso, sempre foi um dos meus sonhos mais desejados.
Hoje, adulta e consciente, sei que é algo que só lá vai com peruca. 
Acho elegantíssimos cortes curtos, mas o que acho mesmo maravilhoso são cabelos longos e cuidados.

É o meu sonho frustrado. 

Por aí, qual a parte do corpo que trocariam sem pestanejar?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O meu sofá de sonho.

Eu tenho um óptimo sofá. Grande, confortável, fofo. O sonho de consumo de muita gente e estou agradecida de o poder ter, mas a verdade é que o meu sonho é ter outro sofá.

O meu sofá verde de veludo.

Desde miúda, sempre gostei de verde esmeralda. É umas das cores que mais gosto e foi a cor do meu vestido do baile de finalistas. Acho uma cor atraente, viva e cheia de energia.
O veludo é um tecido rico, agradável ao toque. Juntamos as duas características e temos o meu sonho.

Acho que bem enquadrado e acompanhado, transforma qualquer ambiente e aumenta a sofisticação do local. 
Para dizer sinceramente, podia mudar a minha sala precisamente como a primeira imagem e ficava feliz. Muito a minha cara.

E por aí, que peça de decoração e mobiliário faz parte dos vossos sonhos?