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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Livro da semana - Winner Take All, Laurie Devore

For Nell Becker, life is a competition she needs to win. For Jackson Hart, everyone is a pawn in his own game.
They both have everything to lose. Nell wants to succeed at everything―school, sports, life. And victory is sweeter when it means beating Jackson Hart, the rich, privileged, undisputed king of Cedar Woods Prep Academy. Yet no matter how hard she tries, Jackson is somehow one step ahead. They’re a match made in hell, but opposites do attract. Drawn to each other by their rivalry, Nell and Jackson fall into a whirlwind romance that consumes everything in their lives. But when a devastating secret exposes their relationship as just another game, how far will Nell go to win? Visceral and whip-smart, Laurie Devore’s Winner Take All paints an unflinching portrait of obsessive love, toxic competition, and the drive for perfection.

Young e New Adult são um estilo que leio imenso. Há histórias muito bem contadas, envolventes e fofinhas.
Esta no entanto não é uma delas. Se a premissa pode ser engraça, dois jovens a competir entre si pela excelência escolar que leva ao envolvimento amoroso, a autora misturou tantos assuntos importantes que resulta na maior confusão. Existem maus tratos, traições, sexo adolescente com possível gravidez, doenças mentais. São demasiados tópicos.
Acho importante a abordagem destes temas, quando lemos uma história com problemas reais é mais fácil a identificação. No entanto, a autora colocou uma panóplia de temas fortes todos juntos o que transforma a narrativa demasiado tensa e confusa.

Não é um livro que recomende a quem gosta de história mais leves e divertidas. É uma história mais densa, sem ser uma grande história.


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Livro da Semana - The Kiss Quotient, Helen Hoang



Stella Lane thinks math is the only thing that unites the universe. She comes up with algorithms to predict customer purchases--a job that has given her more money than she knows what to do with, and way less experience in the dating department than the average thirty-year-old. 
It doesn't help that Stella has Asperger's and French kissing reminds her of a shark getting its teeth cleaned by pilot fish. Her conclusion: she needs lots of practice--with a professional. Which is why she hires escort Michael Phan. The Vietnamese and Swedish stunner can't afford to turn down Stella's offer, and agrees to help her check off all the boxes on her lesson plan--from foreplay to more-than-missionary position... 

Before long, Stella not only learns to appreciate his kisses, but crave all of the other things he's making her feel. Their no-nonsense partnership starts making a strange kind of sense. And the pattern that emerges will convince Stella that love is the best kind of logic...

Há livros que nos deixam com um sorriso e este é, sem dúvida, um deles. Uma mulher com síndrome de Asperger e um homem prostituto, tudo para dar errado, mas deu tudo certo. É o primeiro livro que leio que tem uma protagonista com o espectro de autismo e foi demais interessante. 
Os números são as coisas que Stella percebe melhor mas agora ela quer conhecer mais mas precisa de ajuda para perceber e melhorar num dos temas que move o mundo, sexo. 
Com a convicção que precisa de ajuda contrata um prostituto para a ajudar a melhorar e é aqui que entra Michael. Que homem amoroso. 
A dinâmica da história é maravilhosa, as personagens são muito bem construídas, especialmente Stella. Com cenas amorosas e quentes, é óptima opção de leitura para os dias frios. 



terça-feira, 18 de setembro de 2018

Filme e Livros da semana - To all the boys i ever love

Li este livro em 2015 e adorei. Não é uma grande obra-prima. Não muda a vida de ninguém. Mas é dos livros mais fofinhos que andam por aí. Os dois que se seguiram, que continuam a história de Lara Jean, continuam a fofura. Foram um grande êxito mas explodiu quando o filme chegou em Setembro à Netflix.

Foto de autor desconhecido

To al the boys i ever love  - Lara Jean keeps her love letters in a hatbox her mother gave her. One for every boy she's ever loved. The letters are for her eyes only. Until the day they are mailed, and suddenly Lara Jean's love life goes from imaginary to out of control

P.S. I still love youLara Jean didn’t expect to really fall for Peter. She and Peter were just pretending. Except suddenly they weren’t. Now Lara Jean is more confused than ever. When another boy from her past returns to her life, Lara Jean’s feelings for him return too. Can a girl be in love with two boys at once?

Always and forever, Lara JeanLara Jean is having the best senior year a girl could ever hope for. She is head over heels in love with her boyfriend, Peter; her dad’s finally getting remarried to their next door neighbor, Ms. Rothschild; and Margot’s coming home for the summer just in time for the wedding.

But change is looming on the horizon. And while Lara Jean is having fun and keeping busy helping plan her father’s wedding, she can’t ignore the big life decisions she has to make. Most pressingly, where she wants to go to college and what that means for her relationship with Peter. She watched her sister Margot go through these growing pains. Now Lara Jean’s the one who’ll be graduating high school and leaving for college and leaving her family—and possibly the boy she loves—behind.
When your heart and your head are saying two different things, which one should you listen to?


Se os livros são uma fofura, o filme não fica atrás. Com um cast muito bem feito, é maravilhoso ver as personagens a ganhar vida. A história no filme muda um pouco, tem algumas alterações significativas, mas vale muito ver.


Além de continuar a preferir os livros, tanto a leitura como o filme são uma óptima opção para quem precisa de uma dose de doçura. Para não falar que todo o hype em torno do protagonista é justificado. Woah, woah, woah. 

Quem já leu ou já viu o filme? Opiniões?

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Favoritos de Janeiro

1 - A minha paixão pela leitura não é nova. Assim como o facto que leio tudo. Há estilos de que gosto mais, mas no geral leio livros de todos os géneros. 
Quanto a vida está mais triste e acumulamos stress, gosto especialmente daqueles livros muito "água com açúcar". Leituras leves, fofinhas e divertidas. E este Sex, not Love é um bom exemplo disso. É um bom livro para quem quer algo leve e fofo, sem uma profundidade enorme, mas com um enredo interessante. Ainda não há tradução mas podem comprá-lo em inglês Para quem gosta do género vale muito a pena. 

2 - Ando ligeiramente viciada em máscaras faciais. Gosto imenso de experimentar novas e esta da Lancôme é muito boa. Com uma textura muito interessante, oferece uma luminosidade e uma hidratação maravilhosa. Podem encontra-la no site da primor com um desconto muito interessante.  

3 - Amo de paixão produtos de banho. Há poucas coisas que me deixem mais leves que um bom banho, perfumado e hidratado. Esta mousse da Nivea é isso mesmo, um banho perfumado e hidratado. Sou sincera, não é o produto que mais realiza a sua função, limpar, mas o cheirinho doce é absolutamente maravilhoso. Para quem gosta deste tipo de produto, experimentem. 

4 - O stress faz-me comer como uma louca. E, naturalmente, faz-me comer mal. Coisas que normalmente não como. E uma necessidade de petiscar constantemente. Assim, tive de arranjar novas opções para fazer face a esta situação, ao mesmo tempo que tento controla-la. Sou fã de leguminosas, desde que nasci, acho eu. Um dos alimentos que mais consumo são ervilhas. E agora vicie em edamame, que mais não é que feijões de soja salgadinhos. Maravilhosos.

5 - Começou aquela altura do ano em que a lista dos Oscars está sempre presente na altura de escolher o filme para ver. The Shape of Water, nomeado em treze categorias, é a perfeição. 
Mas amanhã, na primeira parte do post sobre os filmes nomeados, digo mais.   

terça-feira, 23 de maio de 2017

Livro da Semana, Bright Side & Gus, Kim Holder

Existem os grandes livro da nossa vida, aqueles que relemos e continuamos a ver novas nuances a cada leitura. Livros que nos mudam a alma.

Estes livros não são desses. Não nos vamos lembrar para sempre da sua história, não nos vão mudar a vida. Mas por momentos dão-nos um pouco de alento. Aquece-nos. Fazem-nos um pouquinho mais feliz.


Kate Sedgwick’s life has been anything but typical. She’s endured hardship and tragedy, but throughout it all she remains happy and optimistic (there’s a reason her best friend Gus calls her Bright Side). Kate is strong-willed, funny, smart, and musically gifted. She’s also never believed in love. So when Kate leaves San Diego to attend college in the small town of Grant, Minnesota, the last thing she expects is to fall in love with Keller Banks.

This is the story of Gus. Losing himself. Finding himself. And healing along the way. “ … but the honest-to-God truth is I don’t even know how to function anymore. Bright Side wasn’t only my best friend; she was like my other half ... the other half of my brain, the other half of my conscience, the other half of my sense of humor, the other half of my creativity, the other half of my heart. How do you go back to doing what you did before, when half of you is gone forever?”

Esta é a história de dois amigos. Uma história de perda seguida de redenção. 
Uma história tocante, para quem gosta de histórias de amor reais e não fantasiosas. 

Adenda: Comprei na Amazon e acredito que não há edição portuguesa.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Série e Livro da Semana, The Handmaid´s Tale, Margaret Atwood

Set in a dystopian future, a woman is forced to live as a concubine under a fundamentalist theocratic dictatorship.


Uma série relativamente nova, apenas cinco episódios disponíveis ainda, mas já agarrou a minha atenção.
Baseada no livro de Margaret Atwood, com o mesmo titulo, a história é tão envolvente e perturbadora que nos faz devorá-la. 
O melhor desta obra é que ambos, livro e série, são extremamente tocantes. E quando digo tocantes não digo de uma forma sensível, mas de uma maneira intrusiva, desconfortável e perturbadora.
Como mulher é uma obrigação moral ver e ler. 



It is the world of the near future, and Offred is a Handmaid in the home of the Commander and his wife. She is allowed out once a day to the food market, she is not permitted to read, and she is hoping the Commander makes her pregnant, because she is only valued if her ovaries are viable. Offred can remember the years before, when she was an independent woman, had a job of her own, a husband and child. But all of that is gone now...everything has changed.

Não é uma leitura das mais fáceis. Eu li em inglês e gostei imenso. Acho que é uma das obras que nos dá mais na sua língua nativa. 
O livro consegue, como é costume, superar a série. Pode ser bastante pesado mas uma leitura muito boa.

Bons episódios e boas leituras. 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Livro da Semana. A Química, Stephenie Meyer


Ela trabalhava para o governo dos EUA, mas poucos sabiam disso. Considerada uma especialista, era um dos elementos mais ocultos de uma agência tão secreta que nem sequer tem nome. Quando entenderam que a sua ex-funcionária os punha em perigo, tomaram de imediato a decisão de a perseguir.
Agora, ela tem de mudar constantemente de lugar e de identidade. Os seus perseguidores mataram a única pessoa em quem confiava, mas as informações secretas que guarda são uma ameaça. Quando o seu antigo supervisor lhe propõe uma alternativa para sair desta situação, ela crê estar perante a única oportunidade de escapar. Para tal, terá de aceitar uma última missão para a agência. 
Decidida a lutar, prepara-se para o confronto mais difícil da sua vida, mas dá por si apaixonada por um homem que apenas complica as suas possibilidades de sobrevivência.



Sim, é a autora de Crepúsculo. Não, este livro não contém nenhuma personagem sobrenatural. 
Depois de uma série de livros voltados para o público mais jovem, Stephenie Meyer direccionou-se agora para os mais adultos com este thriller.  

O livro é bem escrito, a história é envolvente e a acção vibrante. 
A dinâmica é forte, as personagens conseguem captar-nos a atenção. A personagem principal é muito interessante e consegue captar-nos para o seu lado e fazer-nos torcer por ela. Muito criativa e inteligente.

No entanto, ao longo do livro a extensa narrativa bem detalhada consegue cansar. Assim como o romance, que na minha opinião torna-se completamente desnecessário à história uma vez que a personagem principal é bastante interessante e sedutora por si só. 

Vale a leitura para quem gosta de histórias vibrantes e conspirações. 

quinta-feira, 2 de março de 2017

Livro da Semana. O Livro do Hygge, Meik Wiking


Bestseller internacional de novo conceito que vem revolucionar a vida dos portugueses. Da autoria do presidente do The Hapiness Research Institute, este livro apresenta o conceito de Hygge. O Hygge não se explica, sente-se, mas é a razão de a Dinamarca ser muitas vezes tida como o país mais feliz do Mundo. 


Posso dizer que fui completamente apanhada pela moda deste livro. Não era um desejo antigo, não era um conhecimento latente e não era uma preocupação de mudança. Vi o livro a ser lançado, as pessoas a entrarem numa certa euforia e decidi ler. 

O livro fá-la do jeito dinamarquês de viver, o país mais feliz do mundo, que baseia a sua felicidade no hygge. E o que é o hygge? Em português é a sensação de aconchego. Os prazeres da vida que nos aconchegam e nos fazem sentir confortáveis, sendo esses as coisas mais simples que existem na vida.
Uma vela, um chá quente, um cobertor aconchegante. A família e amigos que nos trazem algo.
O livro é acompanhado de imagens maravilhosas, que nos remetem exactamente para aquilo que o livro nos tenta explicar.

Se mudou a minha vida? Não, porque cheguei à conclusão que sigo o hygge desde que nasci. Com outro nome, claro!
Sempre fui educada e estimulei a felicidade dos pequenos prazeres da vida. 
Mas é um ótimo livro para quem necessita de uma nova visão, mais simples e prazerosa. 


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Livro da Semana. A Guerra Não Tem Rosto De Mulher, Svetlana Alexievich


Nesta obra-prima, Svetlana Alexievich dá voz a centenas de mulheres que revelam pela primeira vez a perspetiva feminina da Segunda Guerra Mundial. O número de mulheres combatentes no Exército Vermelho chegou quase a um milhão, mas a sua história nunca foi contada. Este livro, marcado pelo estilo pungente de Svetlana Alexievich, apresenta testemunhos de mais de 200 jovens russas que passaram de filhas, mães, irmãs e noivas a atiradoras, condutoras de tanques ou enfermeiras em hospitais de campanha. O seu relato não é uma história de guerra, nem de combate; é uma história de mulheres e homens catapultados «da sua vida simples para a profundeza épica de um enorme acontecimento». Em que pensavam? De que tinham medo? Como foi aprender a matar? É sobre isto que estas mulheres falam, mostrando uma faceta do conflito sobre a qual não se escreve. Descrevem a sujidade e o frio, a fome e a violência sexual, a angústia e a sombra permanente da morte. A Guerra não Tem Rosto de Mulher, a marcante obra de estreia de Svetlana Alexievich, foi originalmente publicada em 1985, depois de quatro anos de pesquisa e entrevistas. Esta edição corresponde ao texto fixado em 2002, quando a autora reescreveu o livro e incluiu novos excertos com uma força que, antes, a censura não lhe tinha permitido mostrar.

"At the age of nineteen I had a medal "For courage". At the age of nineteeen, my hair turned grey. At the age of nineteen in my last battle I was shot through both lungs, the bullet went in between two vertebrae. My legs were paralysed... They thought I was dead... At the age of nineteen... My granddaughter is this age now. I look at her in disbelief. Such a child!"

Nas primeiras páginas há uma revelação, nunca li um livro de guerra relatado por uma mulher. A autora fala da questão e é verdade. Há uma imensidão de obras sobra a guerra mas são dominadas pela visão masculina. Pela virtualidade e virilidade da guerra, a procura da glória e a a forma como os homens a constroem. Não as mulheres, nunca as mulheres.

Mas neste acaso são as mulheres que contam a guerra. E o relato é assustador. 
O testemunho destas mulheres é tão claro e nu que faz-nos ter toda uma nova imagem da guerra, sendo que só por ela já é terrível.

A visão do mundo visto pelas mulheres é diferente que a dos homens, mas a visão da guerra é um novo mundo. Cru, frio e devastador.

Uma leitura mais que recomendada. 

"We've all got used to men talking about war. We've become inured, and this has given rise to a dangerous belief: war is not unnatural. And in the West there is even a theory that men need war. The world has been turned upside down, but women are setting it on its feet again. For women war is a modern form of cannibalism, and they repudiate it with all their being. Women and war are diametrically opposed. And if women reject war, then it's possible that war itself will die."


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Ser quem queremos ser!

Na vida, além de assumirmos aquilo que somos temos sempre a oportunidade de sermos quem queremos ser. Mudar certos aspectos da nossa vida, do nosso corpo e até da nossa personalidade. 
Com esforço e trabalho podemos limar arestas e transformar a nossa realidade. 

Ora, eu tenho duas coisas que estão cravadas na minha mente e que até agora não fiz nada para as mudar. 

A primeira, o meu peso. Já falei aqui no blogue que engordei 18kg e que apenas perdi 12/13kg. Não me sinto gorda, no sentido lato do termo, mas não me sinto confortável como quero. Ao sentar saí um pneuzinho, os meus braços parecem duas salsichas e tenho duplo queixo. A celulite nota-se bem e como sofro de má circulação nem vamos falar dos pequenos derrames. 
O peso que quero atingir este ano são os 58/57kg, nada menos. Não são muitos quilos que quero perder, mas estou naquela fase em que só com exercício vou conseguir atingir resultados.
Durante muitos anos pratiquei desporto mas afastei-me e nunca voltei à actividade real. Assim sei que vai ser difícil voltar a um ritmo de exercício porque simplesmente não estou habituada. E a vontade não é a maior, posso confessar. Mas como disse este é o ano de ser quem quero ser. E eu quero ser a Nádia activa e confortável de novo.

A segunda, mais difícil, é escrever o meu livro. Tenho este sonho desde que me lembro. Adoro ler e adoro escrever desde sempre e sei que me iria sentir imensamente realizada. No entanto, uma parte de mim teme não chegar aos requisitos que aprecio num livro. 
Sei que há vários géneros e todos são igualmente importantes na dinâmica da literatura. No entanto, tenho a tendência a exigir de mim a perfeição. Em projectos que ponho tudo de mim, se não for para fazer bem, não vale a pena fazer. 
Mas a vontade de o escrever é imensa. E este ano vai sair apenas do plano das ideias. 

E por aí, quem querem ser este ano? 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Especial Natal #7 - Livros de Natal

Para quem como eu adora ler, qualquer altura é boa. Mas há quem prefira algumas épocas para se deliciar com um bom livro. A altura de Natal é ótima para isso. Podemos estar quentinhos, enrolados numa manta ou ao pé da lareira, a tomar um chá ou chocolate quente e a viver o conforto desta época.
Assim, nada mais adequado do que ler um livro com a temática da época.

Deixo algumas sugestões de livros, alguns fazem parte dos meus favoritos.


The Christmas Carol é sem dúvida o meu favorito da época. Podem ler a pequena review que fiz a convite da Lilium Black do blog O Meu Dolce Far Niente.

Feliz Natal
OHOHOH

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Livro da semana. O Projeto Rosie, Graeme Simsion


" Don Tillman decide que está na hora de casar. Só falta escolher a mulher perfeita. Don é um professor de Genética brilhante mas, por ser pouco sociável, considera que a forma mais simples de encontrar uma companheira consiste em elaborar um questionário. Cria o algoritmo perfeito que permite excluir as candidatas inapropriadas e, assim, evitar incidentes como os que viveu no passado. Rosie Jarman, apesar de bonita e inteligente, tem todas as características que Don desaprova e é desqualificada de imediato. No entanto, Rosie procura Don por outros motivos e este aceita ajudá-la. Divertido e comovente, O Projeto Rosie demonstra que o amor desafia toda a racionalidade." Wook

Este é um livro delicioso. Um romance ligeiro, que nos abre a porta a uma realidade tão comum mas tão distante ao mesmo tempo, a dificuldade de socialização. 
Se no início temos alguma dificuldade em criar empatia com Don, ao longo do livro vamos entendendo e o nosso sentimento vais evoluindo ao mesmo tempo que a personagem. 
A forma extremamente racional da personagem Don em contraste com a facilidade e sorriso fácil de Rosie, tornam este livro um óptimo companheiro para uma tarde de Outono. 


Há uma continuação, The Rosie Effect, que ainda não esta traduzido no nosso país. Eu já li e conta a história do que acontece depois do termino do primeiro livro. 
Amoroso. 



O livro vai ser adaptado para o cinema e a estreia deverá acontecer em 2017.
Os livros podem ser encontrados na Fnac, na Wook e na Bertrand


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Filme da semana, Me Before You


Acho que não é novidade para ninguém que gosto de cinema. Gosto de quase tudo, grandes sucessos de bilheteira, independentes, americanos ou suecos. Gosto no geral. 
E também não é novidade que a minha grande paixão é a leitura. Também neste campo não sou esquisita.

Assim, quando há cerca de três anos este livro me caiu nas mãos foi amor certo.
Podem ler aqui o que escrevi sobre ele ainda o ano passado.

Ora, a espera pelo filme foi angustiante. Queria muito ver como conseguiriam transmitir tudo o que o livro foi capaz de fazer para um filme. Não conseguiram, na minha opinião.

Vamos por partes e comecemos pela parte boa, Emilia Clarke
É uma das actrizes mais badaladas devido à sua participação em GoT, mas no papel da Lou foi soberba. Amorosa, expressiva e radiante. Tal e qual imaginei a Lou quando a li. 
O casting acertou em cheio nesta escolha.

Pelo contrário, a personagem de Will deixou muito a desejar. Não sou uma grande fã de Sam Claflin, assim de repente lembro-me dele apenas no Hunger Games. Mas a questão é que não senti nenhuma empatia com a personagem do filme, ao contrário do que foi acontecendo no livro.
Se no livro, Will nos é apresentado como um homem intratável, ao longo da obra somos ensinados a gostar dele. No filme não aconteceu, pelo menos comigo. 

Se me comovi? Claro, mas por me lembrar do livro e não pelo filme que estava a ver.
Normalmente isto acontece, gosto sempre mais da obra escrita, mas a verdade é que estava à espera de mais. Não só pela personagem de Will mas também pela forma apressada com que a história é desenrolada. 

Na dúvida, o livro é sempre a melhor opção. 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Livro da Semana, Eleanor and Park, Rainbow Rowell



"Dois inadaptados. Um amor extraordinário.
Eleanor... é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park... é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder."


Já não é uma leitura recente, li a alguns meses mas acho que é um livro que merece ser partilhado. É uma história doce, com personagens muito bem escritas. É uma obra de leitura muito fácil, envolvente e leve, além de abordar alguns temas mais sérios.
Acho que é realmente um bom livro para uma tarde de sol. 

Uma das coisas mais engraçadas sobre este livro, que me levou a partilhar hoje, é que vi a Eleanor no comboio a caminho de Estoril. A rapariga que vi é a imagem perfeita de como criei a Eleanor na minha cabeça a ler o livro e quando a vi não consegui travar um grande sorriso. Acho tão interessante a forma como tentamos personalizar cada personagens e vê-la, exactamente como imaginamos, é uma sensação muito engraçada. 

O livro encontra-se nas várias livrarias em Portugal e dentro de alguns meses virará filme. 

Espero que gostem.
Boas leituras. 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Livro da semana, Noites Brancas, Fiódor Dostoiévski



"Como personagem central se tem o Sonhador, que em uma das noites brancas da capital São Petersburgo apaixona-se por Nástienka. Nesta obra, diferentemente de outras, em que a preocupação social é a directriz para o enredo, desta vez encontramos um Dostoiévski romântico, lúdico. O personagem principal, que ao contrário das versões teatrais e cinematográficas, não tem nome, vaga errante pela "noite branca" de São Petersburgo."Noite branca" refere-se a um fenómeno comum na Europa em que, mesmo com o Sol se pondo ele permanece um pouco pouco. abaixo da linha do horizonte,deixando a noite clara, causando uma atmosfera onírica. Um encontro casual muda completamente a vida do até então solitário protagonista: conhece a ingênua e também sonhadora Nástienka, que aos prantos, espera aquele a quem um ano antes tivera prometido o seu amor."



Já vos contei qual é o meu livro favorito no mundo, mas hoje venho-vos falar do livro que competiu para o lugar e, por vezes, ainda me faz vacilar de tão bom. 

Por volta dos meus 15 anos comecei a ler autores russos e apaixonei-me pela escrita de  Dostoiévski e Pushkin
Mas foi Dostoiévki que fez o meu coração bater mais forte quando li Noites Brancas.
Noites Brancas é um romance de sonhos e luta. É terno, doce e inspirador. 
Fala de eternização de momentos, de como a nossa vida pode mudar rapidamente. 
A obra retrata a luta pelo amor e sonhos, como a humanidade é levada na procura incessante da felicidade.

É um livro maravilhoso. Recomendo muito a sua leitura. 




sexta-feira, 29 de abril de 2016

Favoritos de Abril


1 - Quando amigos ou familiares ficam na minha casa, a hora de tomar banho é sempre divertida, porque todos acham piada à minha oferta higiénica. Tenho produtos para todos os gostos. Para perceberem neste momento tenho três produtos diferentes de higiene para o corpo em uso. Gosto de variar e ter produtos adequados às minhas necessidades naquele dia. 
Assim quando vi este gel em promoção, decidi experimentar. E estou a adorar. O cheiro é maravilhoso, pena a duração na pele não ser maior. O gel é transparente e pouca quantidade faz muito bem o trabalho. O único senão é que, como podem ler no rótulo, tem tantos químicos na composição. 

2 - Eu ando mais sensível que o normal mas nada justifica o que EU CHOREI COM ESTE LIVRO!
Solucei. Tremi e fiz beicinho de choro. Precisei de um abraço do E no meio da leitura. 
Porque o livro é muito bonitinho. É sensível, é amoroso.
Não é uma maravilhosa obra de literatura, mas é tão bom de ler.

3 - Que eu adoro chá já não é novidade. A novidade é que nunca tinha comprado o chá exclusivo do Lidl e não sei como vivi até aqui sem ele.
Eu gosto de chá verde, mas sabemos que tem um gosto muito próprio que muitas pessoas não aguentam. Assim, aqui está o segredo. Estes chás aromatizados com sabores, mantêm os componentes do chá verde mas suavizam o sabor. 
Estou apaixonada!

4 - Mal começou o mês de Abril e com o final do jejum de compras, decidi que era tempo de comprar uns ténis.
Na minha wishlist de primavera disse que precisava de uns brancos, mas vi estes NB e foi amor.
Eu acho os New Balance dos ténis mais confortáveis do mundo, sério. Assim, este modelo mais escuro tem andado nos meus pés desde que chegou cá a casa. 
Os brancos ficaram para depois.

5 - Juntar nutella com aquela bolachinha estaladiça da ferrero é o paraíso. Nunca tinha experimentado mas noutro dia, perdida no hipermercado decidi trazer para casa. O que eu fui fazer.
Viciei completamente e já disse a 550 mil pessoas o bom que isto é.

6 - Adoro champô seco. Além de lavar o cabelo todos os dias, sem excepção, o meu cabelo é muito fininho, cabelinho de rato mesmo. Isso leva a que não tenha quase nenhum volume e é exactamente para isso que uso o champô seco. Neste caso, o Volume XXL, funciona ainda melhor. Deixa o cabelo, se necessário, com um aspecto limpo e cria um volume bonito no cabelo.
O único senão é que se usarmos um pouco mais o cabelo fica duro, ou pelo menos o meu cabelinho fica. 

7 - Oh música boa! Já andei uma fase a ouvir e agora voltei em força. Adoro a sonoridade, adoro a voz dela e a vibe que a música transmite.
Gosto mesmo muito. 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Livro da Semana, Um mais um, Jojo Moyes


Há dez anos, Jess Thomas ficou grávida e largou a escola para se casar com Marty. Dois anos atrás, Marty saiu de casa e nunca mais voltou.Fazendo faxinas de manhã e trabalhando como garçonete em um pub à noite, Jess mal ganha o suficiente para sustentar a filha Tanzie e o enteado Nicky, que ela cria há oito anos. Jess está muito preocupada com o sensível Nicky, um adolescente gótico e mal-humorado que vive apanhando dos colegas. Já Tanzie, o pequeno gênio da matemática, tem outro problema: ela acabou de receber uma generosa bolsa de estudos em uma escola particular, mas Jess não tem condições de pagar a diferença. Sua única esperança é que a menina vença uma Olimpíada de Matemática que será disputada na Escócia. Mas como eles farão para chegar lá?


Enquanto isso, um dos clientes de faxina de Jess, o gênio da computação Ed Nicholls, decide se refugiar em sua casa de praia por causa de uma denúncia de práticas ilegais envolvendo sua empresa. Entre ele e Jess ocorre o que pode ser chamado de ódio à primeira vista. Mas quando Ed fica bêbado no pub em que Jess trabalha, ela faz questão de deixá-lo em casa, em segurança. Em parte agradecido, mas principalmente para escapar da pressão dos advogados, da ex-mulher e da irmã — que insiste em que ele vá visitar o pai doente —, Ed oferece uma carona a Jess, os filhos e o enorme cão da família até a cidade onde acontecerá o torneio. (Sinopse em Português do Brasil)


Eu gosto da Jojo Moyes. Acho que tem uma escrita fácil e fluída. 
Podem ler aqui o meu livro favorito da autora. 

Já tinha lido sobre este livro e fiquei curiosa, por isso decidi encomenda-lo na Fnac, a versão inglesa, uma vez que ainda não existe tradução em português de Portugal, apenas português do Brasil. 

É um livro fofo, daqueles que nos entretêm numa viagem ou uma tarde ao sol. Não é uma grande história, não senti uma grande empatia com as personagens, tirando a doce Tanzie. As personagens adultas são um pouco vazias, especialmente Ed
Assim sendo, o deleite do livro são mesmo as personagens mais novas. Como já referi, a Tanzie, um génio matemático muito divertido e Nicky, um adolescente cheio de inseguranças mas que se torna uma delícia acompanhar. 

É um livro de leitura rápida, mas que também não perdura muito na memória.
Recomendo para quem gosta de histórias leves e fáceis de ler.


Adenda: Como devem ter reparado, pelo menos assim espero, que venho intercalando livro mais "pesados" com leituras mais leves, Isto porque nem todos gostamos no mesmo e quero dar dicas variadas e que se adeqúem a qualquer gosto. 

terça-feira, 5 de abril de 2016

Livro da semana, Wuthering Heights, Emily Brontë




Antes de mais tenho que avisar, isto é uma carta de amor.

A primeira vez que li o Monte dos Vendavais tinha 12 anos e detestei. Detestei com tanto afinco que apenas acabei de o ler porque tenho um código pessoal no que toca a abandonar livros, não o faço. Ponto.
Não percebi a profundidade das personagens, achei os protagonistas desequilibrados e a história muito estranha. 
Coloquei-o de volta à estante e apenas lhe toquei passado alguns anos.

Como sempre acreditei que as pessoas mudam de opinião e amadurecem, naquela tarde de férias de Natal, com um frio para lá do normal, a lareira convidava a um livro. Mas não havia nenhum novo. Procurei, procurei, mas nada me chamou a atenção até que aquele livro gasto me piscou o olho. 
Muito reticente lá lhe peguei e pensei "Porque não?"

E aqui começou a nossa história de amor.
Depois de o acabar de ler, de madrugada, estava abalada, maravilhada e arrebatada.
É verdade que cinco anos mais tarde a maturidade é muito diferente. Nestes cinco anos tinha visto, sentido e vivido muito mais, mas continuo sem perceber como na minha primeira leitura o detestei tanto.
Este livro é O livro. Uma obra de arte. 

Brontë foi impar a criar as personagens. O amor cruel de Heathcliff e Catherine nada mais é que uma profunda e dramática história de amor, longe dos entraves do politicamente correcto.
Heathcliff, a minha personagem mais amada, é isso mesmo, a personificação das sensações e sentimentos mais crus e humanos. Não é bom nem mau, é humano.
O amor que sente por Catherine é tão forte que tanto o mantêm como o destrói, a sede de vingança e tão poderosa como a saudade e o medo que transmite.  
É uma personagem única, maravilhosa e marcante.
“Terror made me cruel . . .” 

É uma história que podemos transportar por décadas sem perder a actualidade, quando conseguimos transpor a barreira da descrença e perceber como podemos, tão bem, ser descritos na história.
Todos os lados lá estão, todas as barreiras aos sentimentos no oposto à liberdade sem pudor. Apenas temos de a compreender e aceitar, que todos podemos enlouquecer de amor.
“If you ever looked at me once with what I know is in you, I would be your slave.” 

Já li o livro em três línguas distintas, no inglês original, em português e espanhol. Gosto de fazer este exercício com os livros que mais amo, porque cada língua dá uma nova vida as personagens é à história.

Recomendo a todos, recomendo mesmo muito. É o meu livro amado, o que está à cabeceira da minha cama. É um grande marco literário e o livro que mais me marcou. 
A escrita é fabulosa, não tão acessível a quem não tens o olho treinado para literatura mais "pesada". 
Mas vale muito, muito ler.

“He's more myself than I am. Whatever our souls are made of, his and mine are the same.”   

terça-feira, 8 de março de 2016

Livro da Semana, Proibido, Tabitha Suzuma



Tenho de começar por dizer que foi extremamente difícil encaixar este livro. 
Eu tento, na vida em geral, abstrair-me ao máximo de todo e qualquer preconceito, mas neste caso, além de achar uma linda história, não o consegui fazer completamente.
Antes de mais, a sinopse.

Sinopse
Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezasseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis.


Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezassete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de carácter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes.

Eles são irmão e irmã.

E amam-se romanticamente. Se no início é tão completamente errado, como a sociedade sempre nos ensinou, ao longo do livro, escrito com máxima delicadeza, vamos torcendo por eles. 
Mesmo não conseguindo colocar-me no lugar das personagens, comecei a acreditar naquele amor, na sua inocência e pureza.
Mas depois, depois sou assaltada por todos os paradigmas e regras em que acredito e sinto, em todas as limitações emocionais e sociais que nos são impostas e que nesta questão não acho de todo erradas.
Dois irmãos não se devem apaixonar um pelo outro, a biologia demonstra isso. 
Mas depois a ideia surge, mas quem sou eu para dizer quem alguém deve amar?
Pensei, pensei e posso dizer que realmente não cheguei a nenhum lugar. 
É um livro delicado e perturbador, que mexe com as nossas ideias e nos faz interrogar o que realmente é certo ou errado e quem somos nós para o impor.

“Não há leis nem limites para os sentimentos. Nós podemos amar um ao outro tanto e tão profundamente quanto queremos. Ninguém Maya, ninguém vai tirar isso de nós.”

Só consegui o livro em inglês. Está à venda na Fnac, Bertrand e Wook.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Livro da semana, O Primo Basílio, Eça de Queirós



(capa muito semelhante ao livro que li pela primeira vez)

Muitos de nós tiveram o primeiro contacto com Eça no secundário a ler Os Maias. Eu tive a felicidade de o conhecer antes e ler algumas das suas obras.
Na casa dos meus avós havia uma colecção antiga das obras do Eça e eu costumava trazer um livro, à vez, para ler. 
E foi assim que li O Primo Basílio. Creio que na altura o escolhi porque tinha um tio-avô materno que era a única pessoa que eu conhecia que se chamava Basílio, Maturidade nas escolhas.

Gosto muito de Eça de Queirós, sobretudo da sua fase realista, no qual se incorpora esta obra.
A sátira à sociedade lisboeta da época é fantástica, o enredo maravilhoso. 

"O Primo Basílio", um romance de costumes publicado pela primeira vez em 1878, satiriza a moralidade de uma família burguesa da época. Jorge e Luísa são o típico casal burguês da classe média lisboeta. Para a sua felicidade estar completa, esperam apenas um filho. Mas este equilíbrio familiar fica em risco com a partida de Jorge para o Alentejo, onde irá ficar durante longas semanas. É então que Luísa, aborrecida e sozinha em casa, recebe a visita do seu primo Basílio, que lhe fizera a corte antes de partir para o Brasil e enriquecer. Basílio tece uma malha em volta de Luísa, arrastando-a para o adultério numa história de chantagem, imoralidade e tragédia. 
(Sinopse retirada do site Fnac)

Ao longo dos anos já repeti e leitura e desfrutei ainda mais de alguns detalhes que me falharam pela pequenez, aos 11/12 ninguém tem maturidade para ler Eça!
É uma das obras indispensáveis da nossa língua.