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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Catarse

Eu não quero fazer deste blogue um diário de luto, mas não posso passar ao lado de todo esta mistura de sentimentos que trago. 
Cada dia descubro um novo sentimento, uma nova dor. 
Há dias horríveis. Há momentos que perco o norte e tenho de recorrer a forças que não sei que tenho para seguir em frente. 

Mas há uma nova clareza a surgir. 
Quando, tão abruptamente, perdemos um dos nossos pilares e a vida se transforma, o nosso olhar sobre ela também muda, irremediavelmente.  
Aquele grande cliché Um dia de cada vez nunca foi tão significativo. Dei por mim a tirar mais partido das coisas, mesmo quando a felicidade não é o maior sentimento presente. 
A dar mais valor ao que tenho, às coisas à minha volta, as pessoas que me rodeiam. A realização que amanhã não sei se vai surgir e que hoje, aqui, agora, é o importante. 

Por outro lado, tem sido difícil voltar à minha vida normal. Voltar a fazer coisas que tenho que fazer devido às responsabilidades que a vida nos incute, estabelecer certas interacções que não são do meu agrado mas que são necessárias. Encarar certos aspectos para os quais não tenho paciência ou disponibilidade. 

É uma mistura gigante de emoções que tenho de aprender a lidar. 


terça-feira, 27 de junho de 2017

O pior dia da minha vida

Há duas semanas o coração de uma das pessoas mais importantes da minha vida parou. A minha mãe, a melhor pessoa do mundo, faleceu. E a minha vida ficou suspensa.

Duas semanas de dias escuros e de um sofrimento que não sabia que podia existir, duas semanas que passaram num verdadeiro tormento emocional. E só agora está a começar.

Estou vazia, bloqueada e perdida. Não consigo reagir e recolho-me num mundo imaginário para lidar com esta dor que não sei olhar de frente.
Pela primeira vez na vida não sei o que fazer, o que sentir e como lidar com tudo isto.

Quero retomar algumas coisas, principalmente as que me distraem, mas a coragem é nula. Sei que preciso de voltar a viver mas hoje, como ontem, não o consigo fazer.
Devagar e ao meu ritmo regressarei. Voltarei com um sorriso no rosto, que era assim que a minha mãe gostava de viver a vida. 

Voltarei, mas com o meu coração, irremediavelmente, partido. 


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Lutas da POC #1


Não me recordo de mim sem ter "manias". A verdade é que a parte maior do meu sofrimento com este transtorno vem das obsessões, estas sim são capazes de me derrubar. As compulsões são mais uma consequência. Algo que eu tento não fazer, mas que a Poc leva a melhor, quase sempre. A maior de todas é sem dúvida lavar as mãos. Eu sempre fui obcecada por lavar as mãos. Os meus pais contam que por volta dos 4/5 anos, se desaparecia por um segundo estava decerto a lavar as mãos. Deve ser por isso que gosto tanto de sabonetes.

Lavar as mãos acalma-me, relaxa-me, alivia-me. É a primeira coisa que faço quando acordo, quando me deito, quando saiu de casa, quando chego a casa. É por esta necessidade que detesto tocar em pessoas e objectos desconhecidos. Não quero dizer que sou daquelas pessoas que não tocam as outras. Bem, quer dizer isso mesmo. Se não conhecer a pessoa não a vou cumprimentar se puder evitar. Se for com os típicos beijinhos onde mal nos tocamos ainda consigo assentir, agora apertar a mão a alguém é uma batalha mental de proporções épicas. Eu não sei onde a pessoa andou com as mãos. Talvez tenha tossido. Talvez tenha colocado o dedo no nariz. Talvez tenha coçado o ouvido ou colocado o dedo em sítios menos próprios. Ou pior, pode estar suado. Tudo o que consigo imaginar naqueles milésimos de segundos me faz arrepiar e desejar sair a correr para dar uma lavagem de precaução nas minhas preciosas mãos. Mas os meus pais educaram-me bem e as vezes tenho de me sacrificar. Mas mal as mãos se tocam começo a fervilhar de ansiedade. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. Eu tenho de lavar as mãos. É assim que a minha cabeça começa a funcionar.
É claro que isto já me condicionou em algumas situações, algumas mais graves que outras. Lembro-me de uma vez na faculdade, num exame, onde passados meros 15 minutos depois de começar, ao colocar-me numa posição confortável, toquei em algo colado na borda da mesa. É claro que quando vi que era uma pastilha acho que até perdi o ar. Pedi encarecidamente ao meu professor para me deixar ir lavar as mãos, mas ele apenas olhou para o meu gel desinfectante (BFF ❤) em cima da mesa e deu-me um redondo "Não" como resposta. É assim, eu adoro gel desinfectante, mas não é a mesma coisa. Nada substituí água e sabão. Nada.
Conclusão, entreguei o exame que valia a nota do semestre 15 minutos depois de começar, simplesmente para ir lavar as mãos.
Mas convenhamos, existe alguma coisa melhor que umas mãos lavadinhas e a cheirar a limpo?

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Jejum de Compras - Resultado

E o jejum acabou.
A verdade é que não foi tão complicado como pensei que iria ser. Tirando as coisas menores, aquelas pechinchas que vamos vendo pelo caminho, nenhuma dificuldade maior.
Mas aconteceram duas marcantes.

Falei aqui o meu desejo profundo de adquirir a paleta de sombras mate da Tarte, a Tartelette. Ora, em Portugal não se vende esta marca mas no Reino Unido sim e uma amiga minha foi a Londres na primeira semana de Março.
Sabendo do meu desejo pela paleta, propôs logo trazer ao qual eu tive que Recusar!
Sim, recusei que me trouxesse a minha amada tartelette.
A verdade é que não é algo que preciso mas quero muito. E não sei quando terei a oportunidade de a comprar.
A verdade é que estou a pensar ir a Londres no final do ano, mas ainda está tudo em análise e não sei se irei mesmo.
Custou!

A outra situação foi na Parfois
Duas situações que compuseram a minha visita. Primeiro, uma amiga fez anos e tinha comentado comigo que viu uma carteira linda na Parfois. Depois, a minha mãe pediu-me para ir ver uns brincos que precisava para uma determinada roupa. Ora, eu não queria lá ir, mas teve de ser.
Mal entrei vi que a nova colecção é maravilhosa. Depois vi-a. Foi amor!
A minha mochila nude estragou-se, sem arranjo possível e preciso mesmo de uma nova. Depois que vi este modelo, sei que é esta que preciso. 
Claro que foi muito difícil sair de lá sem ela. Ia-me dar tanto jeito.
Mas lá ficou.

Agora que acabou oficialmente, que o cartão está livre de novo, a vontade de comprar é muito pouca. Há coisas que sei que vou comprar, porque estou a desejar há muito, mas percebi que tenho muito mais opções no armário do que pensava.

O resultado só pode ser positivo. Estou mais leve e com mais euros na conta!

quinta-feira, 31 de março de 2016

O que ele levou

Sempre foi quieto.
Foi ele que me ensinou a importância do silencio. O quanto podemos aprender com ele.
Sempre observou muito fazendo com que a falta de instrução académica fosse largamente ultrapassada pelo ensino que a vida lhe deu. E a dele foi dura, muito dura.
Nunca foi um homem de luxos, foi um homem da terra. Sabia quais os verdadeiros valores da vida, porque um dia não teve absolutamente nada.
Sempre foi um exemplo de como os homens deviam ser, de como os avós deviam ser.
O meu avô sempre foi a personificação de um homem honrado, que transmitia no sorriso tudo o que sentia.
Depois ele veio.
Com 80 anos o meu avô nunca teve uma doença séria. Caminhava mais rápido e mais intensamente do que algum dia eu farei. Todos os dias, dedicava horas aquilo que mais amava, os seus pombos.
A columbofilia fazia parte dele. 
E foi numa das suas comemorações, que o meu avô foi confrontado com a maior batalha da vida dele. 
O AVC.

Saiu pelo seu pé para comemorar mais um ano de columbofilia e nunca mais voltou a andar.
Ficou em coma e durante uma semana apenas esperamos pelo momento em que iria partir.
Não partiu e passaram oito anos.
Oito anos de replicas, de sofrimento, de esforço e de revolta.
Precisa de ser alimentado. Precisa que lhe façam a higiene. Precisa que vivam por ele.
De tudo, o que mais me custa é falar com ele e ele não saber quem eu sou. 
Em tempos ainda me reconhecia, embora tivesse criado uma realidade alternativa na sua cabeça do que era a minha vida, mas sabia que eu era a Nádia.
Hoje não sabe.
Na maioria dos dias não fala, apenas dorme. 

O AVC levou-lhe a vida, porque isto não é viver. É sobreviver de uma forma muito distante do que ele merecia.

Hoje, no Dia Nacional do AVC é importante falar dele. É importante ensinar.
É importante estar alerta.
É importante que pessoas como o meu avô sejam exemplo do seu poder e como é determinante sabermos agir. 

Para todas as pessoas que já sofreram um AVC e para todos os cuidadores, muita força.

Para mais informações, visitem este site

Voltei com força!

Foi uma Páscoa intensa, comemorada de sexta até segunda. Muitos amigos e família, muita comida boa e doces. Aí os doces. 
Para concluir tudo uma conspiração daquelas. 
Terça e quarta-feira ko, muito chá e roupa quentinha, séries e lareira. 
Hoje voltei. 
Nestes dias o blogue ficou meio abandonado, não comentei nada vosso. 
Mas hoje vou ler todas as vossas novidades. 

sábado, 26 de março de 2016

Especial Páscoa #3 - Mesa da Páscoa

Se há coisa que gosto na Páscoa é a mesa de Domingo. 
A família à volta da mesa, a comida maravilhosa, os doces deliciosos. E a decoração.
Adoro decorar mesas de refeição e na Páscoa não é diferente.

Deixo algumas imagens que me servem também de inspiração para a mesa deste ano.



Espero que gostem.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Especial Páscoa #2 - Decoração

Já referi imensas vezes que na casa dos meus pais a decoração muda consoante a festividade.
Na Páscoa são coelhinhos e galinhas, ovos e flores.
Eu gosto imenso.

Aqui ficam as minhas dicas para se inspirarem e mudarem a casa nesta Páscoa.






Espero que se inspirem!

quinta-feira, 24 de março de 2016

Especial Páscoa #1 - Prendas para afilhados e padrinhos

Não sou muito fã da Páscoa, nunca fui.
Mas gosto da reunião familiar, de decoração e dos doces.

Mas como sei que muitas pessoas gostam e vivem a Páscoa decidi fazer um pequeno especial, com várias dicas.
Hoje começamos com as prendas para os afilhados/as e padrinhos/madrinhas.
Não excluindo os tradicionais doces, aqui ficam algumas opções fofinhas.

Afilhado/a







Madrinha e Padrinho





Espero que ajude. 

quarta-feira, 23 de março de 2016

Filme de semana, Beasts of No Nation



Há filmes que nos deixam sem palavras. Eu fiquei com este filme. 
Sabia que queria escrever sobre ele, mas ficou muito difícil saber como o fazer.

Beast of No Nation não é um filme para todos verem. Não é que não o devam fazer, mas muitas pessoas vão menospreza-lo. Para pessoas que não gostam de violência, de filmes de guerra, de brutalidade não é um filme indicado. Porque este é um filme cru. Duro. Verdadeiro. 
É um murro no estômago em forma de filme. 

A guerra é algo que muitos de nós, felizmente, só têm conhecimento teórico. Sabemos de histórias, de acontecimentos. Ouvimos relatos, mas continuamos a viver, sem pensar muito no assunto.
Este filme torna-se tão poderoso porque, além de ser um relato de guerra, é um relato de uma criança. 
Essa criança que num dia era isso mesmo, uma criança que como qualquer outra brincava e no dia seguinte era um soldado.
Uma criança que viu, fez e sentiu mais terror e sofrimento que muitos de nós vemos numa vida.
E o pior, é que este filme apenas relata a vida de milhões de crianças espalhadas pelo mundo. 

A realização é maravilhosa. Idris Elba (adoro este homem!) e Abraham Attah estão perfeitos. 

É um filme duro. É um filme muito bom. 
A perda da inocência. A criação de monstros. A realidade mais crua. 
Vale tanto a pena. 

terça-feira, 22 de março de 2016

A constatação do medo.

Normalmente, quando acordo vejo notícias. Hoje foi o que fiz. 
Porra, outra vez. 
Aqui tão perto. O sentimento de vizinhança adensasse. 
São locais que conhecemos bem, onde já fomos felizes.

Não, não fecho os olhos quando o mal acontece em mundos mais distantes do meu. Mas quando temos recordações dos locais, como aconteceu também em Novembro, torna-se mais real, mais nosso. 
E o medo surge. 
Medo por todos os inocentes que vão sofrer por isto, medo dos ataques xenófobos e irracionais, medo do que ainda está por vir. 

sábado, 19 de março de 2016

O que li durante a semana #4

Na semana passada não consegui compilar as noticias que li mas esta semana estamos de volta. E que semana!

Como estudante de Ciência Politica que fui, é com imenso interesse que estou a acompanhar a situação que o Brasil está a viver. Se por um lado estou completamente perplexa com a falta de vergonha, não lhe consigo chamar mais nada, por outro estou desolada como, mais uma vez, a politica é posta em causa pelos actos levianos de pessoas corruptas e mentirosas.
É também muito interessante ver o percurso de Lula, outrora um sindicalista reconhecido, hoje o rosto da corrupção.
Para acompanhar. 

Para rir!

Custa sempre mais quando o machismo sai da boca de uma mulher.

Nojo. Uma revolta enorme. Pensar que enviamos a tropa da paz (temos aqui assunto para 50 post's) para ajudar pessoas numa situação de guerra e é essa mesma tropa que implanta ainda mais terror.
Já li muito sobre isto e quanto mais leio mais revolta sinto. Nada é mais assustador do que o terror vir das mãos dos supostos salvadores. 

Uma nova teoria que vem contra aquilo que aprendemos desde pequenos. 
Será apenas mais uma moda?

Extremamente interessante.
O distúrbio autista é uma área que realmente me interessa e este testemunho além de muito interessante é imensamente tocante. 

Bom Sábado!

terça-feira, 8 de março de 2016

Porque é que ainda é necessário assinalar o dia da Mulher...





Por tudo isto!

Orgulhem-se. Lutem. Respondam. Sejam Livres. Sejam Mulheres. 
E sobretudo lutem para um dia não ser necessário assinalar este dia. 

sábado, 5 de março de 2016

O que li durante a semana #3

Notícias trágicas em Portugal. Rescaldo e polémicas dos Óscares e controvérsias do orçamento do Estado. Tivemos muito esta semana.
Mas eu não vou falar de nada disso.

Estas foram as noticias mais interessantes da semana.

 - This is Trump Country 
Se há noticias que me deixam assustada com o futuro são as vitórias deste senhor. Apenas em países com o panorama social e cultural dos Estados Unidos é possível haver tanto apoio a uma personagem tão irresponsável como Trump. Sim, para mim as declarações dele não passam de idiotas e irresponsáveis.
É bom conhecer um pouco mais dos locais que lhe asseguram a continuidade na campanha.

- Petrolão
Já que o tema é politica, a grande noticia no Brasil ontem. Lula foi interrogado e pode estar a ser dado um grande passo para que esse país maravilhoso comece a destapar o véu humilhante da corrupção.

- My computer, the Therapist 
Como profunda adepta e defensora de terapia creio que, nas situações correctas, a terapia não presencial pode ser uma salvação para muitas pessoas.
Um tema bastante interessante que impõe uma reflexão séria.

- "O açúcar é o maior veneno que damos às crianças"
O açúcar refinado mete-me nojinho e digo sempre que quando tiver filhos não lhes vou dar açúcar até à idade que conseguir controlar. Nada me choca mais que ver bebés de pouco mais de um ano a provar coca-cola ou a comer rebuçados e chupa-chupas. É um veneno, que infelizmente ainda não erradiquei da minha vida completamente, mas estou no caminho.
Salvem as vossas crianças. O que não temos hábito não sentimos falta.

- The best chocolate you've never tasted
O meu problema é mesmo com o açúcar branco que é misturado em tudo. Mas depois há relíquias que além de docinhas não fazem assim tão mal. Porque a vida também é feita destes prazeres.

- Chocolate, Páscoa e Trabalho infantil
Tal como temos atenção as marcas que testam em animais, temos de estar mais atentos às grandes marcas que utilizam o trabalho escravo, muitas vezes infantil para produzirem e enriquecerem.
É preciso mais acção, mas informação e mais sanções para estes gigantes se vergarem de uma vez.
Chocolates com sabor demasiado amargo.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Dias atípicos

Estas duas últimas semanas têm sido tudo menos normais. 

- Quatro dias de knock out devido a enxaqueca. Já não tinha uma crise há muito tempo e esta deixou-me a rastejar. Quatro dias de escuridão, de óculos de sol dentro de casa, de silêncio quase absoluto. Moribunda portanto. 
(Vou fazer um post sobre os meus truques para as enfrentar.)

- Visita relâmpago a Aveiro, onde todos estavam também moribundos com uma gripe brava.
Muitos medicamentos, muitas vitaminas, muita lareira, muitas mantas e muito chá.  

- Chegada a casa com um E também ele adoentado. (Homens são uns bebés doentes!) 

- Mais de seis post´s do blogue que se evaporaram dos arquivos do computador. 

- Viciei-me num jogo de automóveis. Nada a minha cara. 

- Noites muito mal dormidas, cheias de sonhos absurdos.

- Reler todo o conteúdo do livro que estou a tentar escrever e ver que não estou no caminho que quero. Volta à estaca zero. 

- No meio disto tudo o exercício ficou para último. E o corpo já se ressente.

Esperemos que tudo volte ao normal, como quem diz, a minha vida positiva mesmo no meio do caos, como é habitual.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

O que li durante a semana #1

Não é uma novidade, muita gente o faz, mas a partir deste sábado vou começar a partilhar as noticias que mais gostei de ler durante a semana. Noticias que acho interessantes e que acredito que merecem ser lidas por mais pessoas.
Espero que gostem.

Gosto muito dos documentários do Michael Moore, acho que faz uma abordagem interessante aos assuntos que retrata. Vi o Bowling for Columbine há alguns anos e na altura pesquisei mais sobre o assunto. Os massacres nas escolas nos Estados Unidos, são, infelizmente, mais comuns do que gostaríamos e este em particular, pelo numero de vitimas, é aterrador.
Agora é a mãe de um dos atirados que vem contar a sua história. A entrevista é muito interessante, muitas vezes somos levados a culpabilizar os pais pelos erros dos filhos e aqui é-nos mostrado o outro lado do sofrimento. 
Ora aqui está uma noticia de uma actualidade extrema. Quais os limites da liberdade pessoal e uma investigação policial? Cruzam-se? Sobrepõem-se?

Infelizmente, em pleno século XXI, as batalhas raciais continuam. Isto é muito mais profundo do que aparentemente parece e vai muito interessante ver o decorrer desta "luta". 

E a Nike continua a contratar bad guys. Este nem desculpa tem, é apenas idiota.

Assustador. Sem muita noção, consumimos bebidas/comidas com índices de açúcar ridículos. Vejam a lista e assustem-se. 


domingo, 7 de fevereiro de 2016

Jejum de compras - 1º semana

A primeira semana já foi. E levei na desportiva na maioria do tempo. Não ouve grandes conversas mentais para me convencer a não comprar. Apenas um ou outro pensamento consumista, mas também foram apenas sete dias.

Principais dificuldades

- Lojas à porta de casa cheias de saldos. 
Isto é um problema, cada vez que saiu de casa vejo montas com letreiros enormes a anunciar saldos de 70% em lojas que sei que há coisas lindas à espera de serem trazidas para casa. A verdade é que normalmente não ligo muito, mas já se sabe que o proibido tem uma força mental enorme. 

- E-mails com promoções.
Eu tenho um e-mail próprio para receber newsletters e promoções. Claro que podia deixar de o ver por uns tempos e não ter nenhum tipo de tentação, mas por outro lado, sou incapaz de ver a caixa de entrada do e-mail a crescer e não a limpar. Assim torna-se difícil não ponderar sequer algumas promoções. É como já referi, não me sinto tão tentada quando não estou proibida.
Sempre soube que me dava muito melhor com a liberdade. 

Esta semana mostrou-me uma coisa, além de não comprar tudo o que me aparece à frente, tenho uma tendência a achar promoções fantásticas e aproveitar e isso custa dinheiro, mesmo se estivermos a poupar. 
Tenho uma sensação que estes dois meses vão-me ensinar mais do que estou à espera.