terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A magnitude da descoberta que és apenas mais um.

Por vezes, quando penso na minha vida, desespero e penso que raio fiz nestes vinte e seis anos.
Cresci com a certeza que com esta idade já teria conquistado o mundo. Cresci a acreditar que nasci para ser uma pessoa que deixa a marca no mundo.
Ora, nos piores dias, acho que ainda não fiz nada, acho que ando aqui num limbo de inutilidade e descrença. 
Nos outros dias, a maioria felizmente, aceito a inevitabilidade que todos somos apenas mais um. E não faz mal.

Acho que pensarmos que somos especiais é uma questão geracional. Fomos educados e ensinados assim. E eu acredito mesmo nisso, que num plano pessoal todos somos especiais. 
Mas depois há o plano maior, onde todos somos apenas mais um individuo.
E isso custa a assimilar. A nossa pequenez, a nossa insignificância perante um mundo tão grande.  
É verdade que existem seres maiores, ou mais notórios. Que as pessoas identificam e reconhecem. Mas depois existem eu e tu. Que somos anónimos para o mundo. Somos apenas mais um. 

No dia em que assimilei isto, foi difícil. Eu não queria ser mais um para o mundo. 
Depois, percebi a importância disso. 
Nem todos os heróis podem ser reconhecidos. Nem todos podemos ser exemplos mundiais. Mas podemos ser mais um, melhor. Aquele mais um, que num determinado momento faz a diferença.
Podemos ser aquele mais um que na rua ajuda um idoso; Podemos ser aquele mais um que diz um bom dia; Podemos ser aquele mais um que defende alguém de uma injustiça; Podemos ser aquela professora aplicada que tem paciência para os alunos; Podemos ser aquele bombeiro que ajuda alguém, Podemos ser aquele contabilista que organiza uma confusão de contas; Podemos ser aquele empregado de mesa que traz o café com um sorriso; Podemos ser aquela aluna que não menospreza o professor; Podemos ser aquele filho que valoriza os pais; Podemos ser aquele ser humano que tenta fazer melhor.
E neste momento deixamos de ser mais um, ainda que no mundo de alguém.

Sejam mais um para o mundo, ele é grande demais, mas façam a diferença nos pequenos momentos. Esses é que realmente contam. 

Melhores oportunidades dos saldos. Parte2

Hoje volto com a segundo parte do apanhado dos saldos.

Uterque
Kimono €125 - €79,95
Vestido €115 - €69,95
Bolsa €69 - €39,95

Blanco
Botas €32,99 - €9,89
Casaco €69,99 - €20,99
Vestido €39,99 - €11,99

Massimo Dutti
Blusa Preta €59,95 - €15,95
Blusa Branca €49,95 - €19,95
Loafers €69,95 - €39,95

Lefties
Blusa €12,99 - €5,99
Vestido €17,99 - €7,99
Sapatos €19,99 - €12,99

Tezenis
T-Shirt Barbie €12,90 - €6,45
T-Shirt Yeah €12,90 - €6,45
Body €15,90 - €6,45

Oysho
Kimono €35,99 - €19,99
Body €29,99 - €19,99
T-Shirt €15,99 - €9,90

Tiffosi 
Carteira €14,99 - €9,90
Casaco €29,99 - €19,99
Vestido €35,99 - €17,99


Net-A-Porter
Sandálias Gisele by Michael Kors €175 - €53
Poncho Missoni €155 - €62
Clutch Charlotte Olympia €385 - €154

Agora as lojas de variedades, por assim dizer.

FeelUnique
Conjunto OPI €26,93 - €18,83
Lápis Urban Decay €33,75 - €23,63
Conjunto Lancôme €40,50 - €28,35

KIKO
Batom €6,90 - €3,40
Máscara €8,90 - €6,20
Paleta €19,90 - €13,90

A Loja do Gato Preto
Almofada €17,95 - €12,99
Manta €129 - €89,99
Taça e Prato €4,50 - €2,25

Zara Home
Caixa €39,99 - €19,99
Mesa de Apoio €79,99 - €54,99
Vela €9,99 - €5,99

Espero que tenham gostado de toda esta seleção e que tenha ajudado em algumas escolhas e sugestões. 
Amanha vou mostrar o que comprei nos saldos, até agora, mas espero que não comprar mais nada. 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Sendo um pouquinho contraditória...

No último estupidamente feios e estupidamente caros coloquei dois vestido da Moschino, onde disse que além de não serem horrorosos, são mais que estupidamente caros.
No entanto a Moschino, como vem a ser comum, lançou a nova coleção Primavera/Verão com um "muso" maravilhoso.
Ora se achei a coleção inspirada na Barbie maravilhosa mas que jamais usaria, esta usava com todo o gosto!



Eu sou super fã do Super Mario. Se houve jogo que joguei na minha velhinha Nintendo 64 foi o Mario e desenvolvi um afeto muito especial por este maravilhoso canalizador. 
Só posso dizer que quero muito este t-shirt branca, e além do seu preço proibitivo, pelo menos para o meu bolso, de €149, o que não é tão caro, mas é só uma t-shirt, ninguém me vai parar de sonhar com ela. 
Podem ver a coleção aqui. 

Desde a parceria com Jeremy Scott, a Moschino tem inovado e trazido um sarcasmo maravilhoso para o mundo da moda.
Aqui ficam alguns dos looks das últimas coleções. 


E vocês, adoram ou detestam?

Melhores oportunidades dos saldos. Parte1

Os saldos estão aí com toda a força e é fácil enlouquecer um pouquinho.
Normalmente faço uma lista daquilo que preciso mesmo e procuro nos primeiros dias, depois é só mesmo nos achados é que gasto dinheiro.
Este ano o plano é gastar menos, visto que é uma das metas do ano, no entanto enquanto pesquisava os items que queria mesmo comprar surgiu-me a ideia de fazer um post sobre os achados que fui vendo em cada loja online.
Assim, fiz um apanhado de três peças das lojas mais próximas, que todos temos relativa facilidade em encontrar.
Como são bastantes lojas dividi em dois dias, hoje saí uma parte, amanha a segunda.

Zara
Blazer €79,95 - €49,99
Blusa em seda €29,95 - €19,99
Botas €129 - €69,99

Bimba y Lola
Carteira Amarela €210 - €147
Carteira Rosa €110 - €66
Colar €68 - €34


Bershka
Botas €39,99 - €19,99
Calças €22,99 - €11,49
Sobretudo €59,99 - €29,99

Parfois
Carteira €29,99 - €19,99
Pasta €32,99 - 19,99
Brincos €5,99 - €3,99

Pull & Bear
Botas Altas €59,99 - €29,99
Botas Baixas €59,99 - €29,99
Macaquinho €39,99 - €19,99

Mango Outlet
Vestido €39,99 - €9.99
Carteira €29,99 - €14,99
Sobretudo €45,99 - €29,99

H&M
Macaquinho €19,99 - €8,99
Blazer €34,99 - €16,99
Leggings €19,99 - €8,99

Havaianas
Havaianas Luna Brancos €21 - €13,14
Havaianas Slim Lux Dourados €90 - €54
Havaianas Flat Gum Azul €17 - €10,14

Stradivarius
Vestido €29,95 - €19,99
Saia €19,95 - €7,99
Macacão €39,95 - €19,99

ASOS
Vestido €51,47 - €33,09
Melissas €52,94 - €36,77
Sobretudo €117,65 - €35,29

Mango
Clutch €12,99 - €5,99
Anoraque €99,99 - €69,99
Botas €89,99 - €49,99


Por hoje é isto.
Alguma peça vos despertou curiosidade?

domingo, 10 de janeiro de 2016

Se não tivesse contas para pagar #3

The Burberry Medium Banner €1470
Ella Rabener Chiltern Fringed Tote €845
Prada City Cal Shopping Bag II €2400
Smal Monogram Sain Laurent Cbas Bag €1915

Seríamos tão felizes juntas!

sábado, 9 de janeiro de 2016

Look do fim-de-semana - Vamos correr!

Aproveitando que vou estar sozinha esta tarde de sábado vou ver se ainda sei usar as pernas para correr. Desejem-me sorte. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O amor não se explica!

Dia 28/06/2000. Foi o primeiro jogo de futebol que me lembro de chorar. Portugal perdeu a meia-final do Euro 2000 com a França. Eu tinha dez anos e o meu coração partiu-se nesse dia.
Vejo futebol desde que me lembro. Acompanhada pelo meu pai, avô e tios, sendo a única mulher, ainda que criança, verdadeiramente interessa nisto do futebol, lá em casa.
As duas figuras predominantes, o meu pai e avô são benfiquistas até à alma e eu, nasci e morrerei portista. Discuti muito ao longo dos anos. Lances, decisões e resultados com eles, mas além de sermos tão distantes em cor, somos muito próximos no amor pelo futebol.
Quando me perguntam porque gosto tanto nunca respondo, porque não há resposta possível que faça entender quem não gosta.

Há diversos lugares comuns contra este desporto, que é para entreter o povo, que é o desporto dos analfabetos e por aí.
Eu só tenho vinte e seis anos, mas já vi muitos jogos nesta vida, e o futebol mudou muito nestes últimos anos, indo numa direção que não será a melhor, mas a paixão por este jogo ultrapassa tudo isto.
Ser de um determinado clube é como ser de uma tribo, é "lutar" pelas nossas cores e emblema, é apoiar, é gritar, é, independentemente do resultado, sentir orgulho.
Quando a bola roda, o coração acelera. Quando há um lance perigoso, sentimos a frustração. Quando há golo, é um êxtase orgásmico.

Nos últimos tempos o meu clube, a minha paixão não está a passar uma boa fase. O FCPorto está a atravessar um momento dramático. 
Sim, dramático! Para quem é portista, ver o nosso clube perder a identidade, jogar sem alma, dói. E dói porque para quem ama o desporto quer mais e principalmente cá dentro, quem é do Porto exige mais.
Digo que jamais poderia ser de outro clube por duas razões. A primeira é porque nasci para vencer e o único clube em Portugal que ganha desde que me lembro é o Porto e a segunda razão, e mais importante, porque há pouco clubes no mundo com a raça do Porto, há poucos clubes que se assemelham tanto à rebeldia intrínseca da minha personalidade. Porque no Porto todos são um pouco rebeldes, inconformados, desejosos de mais. 
E agora, ver a nossa mística perder-se assim e ninguém fazer nada é absolutamente devastador.

Eu sou apaixonada por futebol em geral e pelo Porto muito em particular e o que eu gosto mesmo é de bom futebol, de vibrar, de sentir a adrenalina, de me apaixonar repetidamente pelo jogo.

Fico à espera de um novo começo, um novo dragão que nos faça sorrir.

Isto é amor e para quem não o sente, não vou explicar mais =)  

Estupidamente feios e estupidamente caros!


1 - Chloé, €3015
2 - Moschino, €2150
3 - Moschino, €2150
4 - J. W. Anderson, €2185
5 - Roberto Cavalli, €2640
6 - Emilio Pucci, €1405

Bem, nem sei que dizer... Os da Moschino não são tão feios, mas os preços deixam-os horrorosos!!

Expressões que quero acabar em 2016.

Eu já estabeleci as minhas metas para este ano, no entanto há uma coisa que quero mesmo trabalhar. A eliminar algumas expressões que uso e não gosto nada.
Sempre me congratulei de ter um vocabulário bom mas estas pequenas expressões matam o meu querido léxico. 
Há, claro, expressões que uso e vou continuar a usar e são quase uma imagem de marca. Chamo babe e baby a todas as pessoas de quem gosto. É engraçado chegar ao pé dos meus pais quando estão com amigos e chamar o meu pai de baby, mas é algo tão meu que ninguém reclama. 
Cada vez que atendo o telemóvel a alguém que me é muito próximo atendo com um "hey babe" e há poucas coisas que sejam tão Nádia. 
Agora, estas que se seguem, vão desaparecer!

Epáááá e Tipo. São duas palavras que uso e abuso e detesto. O épa é mesmo assim arrastado e uso-o sempre que alguma coisa me irrita, quando estou a pensar e a falar ao mesmo tempo, quando quero mandar alguém dar uma volta. Uso-o porque sim e porque não. Não faz qualquer falta ao meu vocabulário e precisa de desaparecer. Em conjunto está o tipo. É provavelmente a palavra que eu mais detesto usar mas que uso na mesma. Está enraizado e eu detesto tanto!

Filho/a e Filhinho/a. Bem, a palavra em si não tem nada de mal, agora chamar ás pessoas filho e filhinho como se fosse uma mulher de 80 anos, não me parece bem. Eu chamo filho/a aos meus pais, ao meu namorado, até à minha avó. Sem contar que todos os meus amigos são meus filhinhos. É algo que também não penso, chamo só. E faz-me parecer tão brejeira. 

Expressões religiosas. Eu não sigo nenhuma religião tão pouco acredito em alguma, por isso tem alguma piada quando me sai algo como "aí por amor da santa" ou "valha-me deus". É verdade que são expressões que estão presentes no nosso vocabulário popular e crescemos a ouvi-las mas isso não me acalenta. Não me sinto minimamente feliz por usar este tipo de expressões e até sinto uns laivos de hipocrisia cada vez que as utilizo. Assim, vou ter de trabalhar para as eliminar.

O grande problema disto tudo é como me vou policiar. 
Eu não estou a ser snobe, porque sou até bastante liberal com o vocabulário, sendo que metade da minha família é do norte do país, não fico nada impressionada com um palavrão e digo-os também, quando calha. Agora estas são expressões que realmente não gosto e não acrescentam nada.
Porque convenhamos, uma boa caralhada no momento certo é como um bálsamo para o espírito. 
Posto isto, alguma ideia que me ajude a parar com elas?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O dia que saí de casa.

Foi em 2009. No meu mês favorito, Setembro.
Entrei na faculdade e inevitavelmente tinha de abandonar a casa que foi o meu ninho pelos últimos 20 anos.
Escolher Lisboa para fazer faculdade foi propositado. Sempre fui uma pessoa livre e independente e depois de um gap year, onde fiz muita coisa, sentia-me mais que preparada para enfrentar o mundo sozinha e já conhecia a cidade razoavelmente. 
Verdade seja dita que o meu namorado já cá estudava, mas viver com ele nesta fase era impensável, eu queria mesmo viver sozinha.
Verdade também que muitas dessas noites passei com ele, outras tantas com amigos e maioria a festejar por esta bela cidade. Afinal estava na faculdade.
Na primeira fase dividi casa com uma colega de faculdade, que além de gostar imenso, não éramos propriamente amigas. 
Assim podem ver que me atirei aos lobos. E venci.
Tudo correu bem porque fui sem medo, porque mesmo que em alguma altura fizesse asneiras não iria ser o fim do mundo. 
Mas muitas coisas custaram, imenso.

Cozinhar. Hoje adoro cozinhar mas naquela altura não era a minha atividade favorita. Claro que em casa, vulgo casa dos meus pais que será sempre a minha casa, cozinhava algumas refeições e divertia-me. Agora cozinhar todos os dias é outra conversa. Nunca percebi muito bem o drama da minha mãe quando reclamava que tinha de pensar muito o que iria cozinhar em cada dia e finalmente percebi. Ou tens imaginação ou acabas a comer o mesmo de dois em dois dias. 
E cozinhar peixe. Eu adoro comer peixe, mas cozinha-lo e arranja-lo. Aí. Foram momentos de drama, muito drama.

Passar a ferro. Sabes quando te levantas e pensas numa determinada roupa e ela magicamente está passada no armário? Pois é, não estava. Tive de aprender a estender roupa e passa-la imediatamente para não acumular montes enormes. Eu sempre tratei muito bem da minha roupa e sempre lavei à mão algumas peças mais delicadas sem esforço, mas passar a ferro não era minha tarefa e até conseguir um plano que resultasse, foram muitos dias a chegar atrasada ás aulas porque tive de passar determinada roupa antes de sair.

Controlar o dinheiro. Eu saí de casa e os meus pais continuaram a financiar-me. Antes de partir de vez, acordamos uma mesada, fora as despesas fixas, com a qual tinha de me sustentar, basicamente para comer e atividades lúdicas. Eu tinha uma boa mesada e tinha também uma pequena poupança, mas controlar os gastos nos primeiros meses foi complicado. 
Não tinha a mínima noção o que custava abastecer a casa com comida e custa. Não tinha noção que ir tantas vezes almoçar/jantar fora fosse um encargo tão significativo no orçamento e é. E não sabia que gastava tanto na noite e gastava (hoje em dia nem tanto). 
Foi todo um processo de aprendizagem, muitos momentos de economia para não ligar a pedir mais dinheiro e muitos momentos de planejamento. Aprendi a aproveitar promoções, a comprar o que é preciso e não comprar porque sim. Basicamente, aprendi a dar valor ao dinheiro.

Acordar a horas. Desde que entrei na escola quem me acordava todos os dias era o meu pai, com um doce "filhota acorda, vamos carochinha está na hora" acompanhado por um beijinho. Ora, sozinha e apenas a depender de um telemóvel para acordar, não deu certo. Foram muitas manhãs a passarem à frente, muitas manhãs a 200 km para não chegar tarde. Foi provavelmente o que mais me custou de tudo. E a única coisa com que ainda luto.
Ainda hoje, passados 6 anos, não tenho maturidade para acordar cedo, mas tento. 

Mimo. Eu tive uma infância/adolescência/inicio de idade adulta muito fácil. Tenho os melhores pais do mundo, não por tudo o que me deram materialmente, mas por tudo o que me deram emocionalmente. Ficar longe custou. Não sou uma pessoa cola, não sou extremamente carinhosa, mas o beijinho antes de dormir, as gargalhas à refeição, até mesmo as implicâncias fizeram muita falta. 
A minha mãe a ralhar para sair da banheira e o meu pai ao mesmo tempo a perguntar se estou a aprender a nadar; as danças sincronizadas ao longo do corredor onde cada um tem o seu papel; as tardes ao sol no terraço com a Shiva a roubar-nos comida; as conversas com a minha avó; as noites de cinema caseiro; as panquecas às duas da manhã. 
Todas estas pequenas tradições, que ainda hoje sinto muita falta, custaram horrores. Mas sempre pensei que não podemos ter tudo na vida e temos de andar para a frente.
É bom salientar que todas estas coisas ainda acontecem quando estou em casa. Quando há amor nada muda =)


Posto isto só tenho um conselho para quem saiu de casa à pouco tempo ou quem o vai fazer, cresçam sem medo.
Lembrem-se que os vossos pais estão com tanto ou mais medo que vocês nesta fase por isso parem de choraminguices. Sejam a parte adulta nesta fase e mostrem que está tudo bem. Vai custar sempre, em qualquer altura em qualquer idade, mas isto é viver.
Encarem os problemas de frente, peçam ajuda se precisarem, mas não hesitem. 
Crescer é isto mesmo, voar finalmente sozinhos. (Mesmo que amanha tenhamos que voltar ao ninho para um pouquinho de aconchego)