terça-feira, 17 de novembro de 2015

Look da semana


Já disse que adoro camisas?!

É bom lembrar...

Que além de tudo de mal que tem acontecido, o mundo e as pessoas valem a pena!



Sem raça, cor ou credo. Sem as tretas que inventamos para nos odiar, sem isso, a humanidade é fantástica. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Diário de uma perseguição #3

Depois de vários meses sem falar nela. o diário da minha perseguição à depressão voltou. Como podem ler aqui e aqui, já falei quais foram os sintomas físicos que tive. Hoje foi falar de um sintoma não físico. A fobia social.

Já referi que a depressão, no meu caso não veio por si só, foi resultado de uma outra doença que falarei noutro dia. No entanto, a depressão veio com toda a força.

Eu sempre fui uma pessoa muito expressiva. Nunca tive qualquer temor de falar em público, sendo uma das coisas que até gostava de fazer. Sempre expressei as minhas opiniões sem receio ou dúvidas. 
No entanto tudo isto mudou. 

Quando a minha vida foi assaltada por todos estes tumultos deixei de sair, estar com pessoas, falar. 
Durante mais de um mês não saí de casa. Tive de ir para a casa dos meus país, uma vez que o meu namorado não podia estar comigo o dia todo pois trabalhava e na casa dos meus pais havia sempre alguém para me acompanhar. 
Assim, as únicas pessoas que vi durante este mês foram os meus pais, os meus avós, o meu namorado, que todos os fins - de - semana rumava a Aveiro e duas amigas. Mais ninguém.
Mas um mês em casa, além de ser minha opção, deixou-me ainda mais fragilizada.
Um dia decidi sair de casa para ir comprar pão. A padaria fica a cerca de 2 minutos da minha casa. Da varanda podemos ver todo o percurso, e foi o que a minha mãe fez. Ficou a ver-me a ir e vencer os meus medos. Mas nesse dia não venci nada.
Nunca me vou esquecer da tristeza na cara da minha mãe quando me viu correr em lágrimas para casa. Chorei durante horas nesse dia. Acreditava mesmo que a minha vida ia ser aquilo para sempre.

A partir deste dia, como não podia estar sempre trancada em casa, o meu pai começou a levar-me a passear de carro. Andamos horas. Em silêncio. Mas estas viagens traziam-me calma. Eu via a vida a acontecer, além de não estar a participar nela. 
Passei algumas semanas assim, até que, consegui regressar à psicóloga. Durante todo este período afastei-me das consultas. Não consegui falar nem com a psicóloga e eram ou os meus pais ou o meu namorado que se comunicavam com ela. Ela deu-me o meu tempo. E eu finalmente consegui voltar à vida.

Primeiramente com pequenos passos, como ir passear à praia, sendo inverno estava praticamente vazia, passear no campo, passear na rua em horários não tão movimentados.
Sempre acompanhada e com algumas recaídas, mas consegui.

Desde esta altura já viajei centenas de vezes sozinhas, até internacionalmente. Todos os dias saiu à rua sem medos. Foram meses muito complicados, muitas situações que moldaram a minha personalidade, no entanto hoje olho-as com um sentimento de vitória.

Não vou mentir que há dias onde o medo volta. Onde multidões me fazem tremer. Mas vou e vou com tudo. Esta depressão vai aprender o que é ter força.

Estupidamente feios e estupidamente caros!


1 - Dolce & Gabbana, €5300
2 - Jerome C. Rousseau, €1500
3 - Nicholas Kirkwood, €2055
4 - Miu Miu, €1140

Vou ter pesadelos!

domingo, 15 de novembro de 2015

O medo.

O medo propaga-se num ritmo acelerado. Ele distorce factos e mina o essencial.
Desde sexta-feira somos todos Paris. Corretamente. No entanto, temos de ser muito mais que isso. Percebo o sentimento de vizinhança e não o desprezo. É normal sermos Paris, sentimo-lo um pouco como se fosse aqui, na nossa cidade. 
Agora o essencial é sermos Mundo
Nos últimos anos os ataques são frequentes, nos vários locais do mundo, mas como não nos afetam tão proximamente, viramos a cara. Assim como viramos a cara a muitas verdades indesejáveis que não queremos ter noção, que preferimos não saber. 

A ignorância é uma bênção, é verdade. Mas fica na consciência dos ignorantes o virar do rosto. 
Temos de olhar de frente. Temos de ver. E temos de agir. 
Não com armas ou bombas. Mas com conhecimentos, altruísmo e justiça.

E sobretudo, não deixar que o medo nos transforme em terroristas xenófobos, igual a eles

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Se não tivesse contas para pagar. #2


Boots, Alberta Ferretti - €720

Ankle Boots, Chloé - €825

Tight High Boots, Saint Laurent - €1305

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A maldição de uma geração.

Cada geração tem as suas maldições. Para quem nasceu na década de 80, início de 90, a maldição é o segundo nome
Enquanto andava na escola vi de tudo. Soraia Cristina, Rute Micaela, Sara Gabriela, Raquel Patrícia, Cristiana Paula. Havia depois claro um leque enorme de Anas. Catarina, Luísa, Beatriz. 

Além de saber que não sou a única, sou traumatizada. Ora, o meu pai era um fã convicto de ginastica, logo ginástica + anos 80, deram em Nádia. Como a Comãneci.
Eu adoro o nome Nádia. Acho forte, não tão comum e gosto mesmo de ter saído da melhor ginasta de todos os tempos, na minha opinião. 
Se acabasse aqui, tudo era perfeito. Mas não. Os meus pais decidiram acabar comigo e colocaram um Sofia logo a seguir. Sério? Nádia Sofia? 
Digam que isto não é mais do que suficiente para destruir o futuro de uma criança? 

Toda a gente está estritamente proibida de utilizar o meu segundo nome, não que não goste de Sofia, mas quem me chamar Nádia Sofia entra diretamente para o meu death note. 
Eu desgosto tanto que até o uso para me auto punir. Ainda ontem, ao guardar o rímel, sujei um pouco a embalagem e o que saiu logo? "Sério Nádia Sofia? E atenção, não?"

Detesto. Ponto. 
E querem saber mais, os meus dois sobrenomes rimam. Sou uma sortuda!

E por aí, muito mau?

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Serei sempre uma menina!

Uma semana na casa dos país é um regalo. Sou mimada até mais não. É a comida favorita, é o colinho. Adoro.
Mas acho que ao fim de alguns dias eles estão prontos para que eu volte para casa.
Isto porque eu tenho uma veia meio irritante, de andar de volta deles a canta e a dançar.
Falando verdade não é só de volta deles. Eu sou daquelas pessoas meio sérias para o mundo, mas que intimamente sou uma espécie de one woman show frustrada. Eu canto, mal muito mal, danço, faço pequenas peças de teatro, conto piadas e riu-me delas à gargalhada. Sou meio que feliz, é isso.

Desta vez foi a minha mãe que teve um dia a levar comigo. Tudo porque o anúncio do Danoninho, tem um menino a andar de bicicleta e canta para a mãe "mamã olha para mim". E pronto, foi o mote para chamar a minha mãe 500 vezes num dia, a entoar esta mesma canção.

Sim eu tenho 26 anos, mas serei sempre apenas uma menina feliz!

Cores de Outono

Sou de extremos. Se por um lado passei anos a ouvir que a cor original das minhas unhas devia ser vermelho, ou alguma cor forte semelhante, pelo uso constantes destas, por outro lado gosto muito daqueles vernizes que deixam apenas uma tonalidade suave nude.
Mas o que uso mais são realmente cores fortes. Adoro vermelho de paixão, perco-me com cinzas escuros e o meu coração bate pelo preto.
É raro usar unhas brilhantes, tirando o mês de Dezembro, quando o espírito natalício baixa em mim e tudo o que quero são brilhos, (Levo o Natal mesmo muito asseriu!) 
Por esta razão fiz uma seleção das cores que fazem parte do meu Outono. 

Os vernizes da Essie e OPI são dos meus preferidos, no entanto dos mais baratinhos gosto muito da Risqué! 



Quais são as vossas cores de Outono?


terça-feira, 10 de novembro de 2015

São tendências...#2

Preto & Branco. Ténis. A combinação perfeita.
Se há item que toda a gente usa e toda a gente tem hoje em dia são ténis. Eu acho que são daquelas peças indispensáveis em qualquer guarda - roupa. Combinam com quase tudo, são confortáveis e dão aquele ar descontraído que tanto me agrada.
O P&B é uma daquelas combinações clássicas. Adoro preto e adoro branco e adoro-os juntos. É uma regras salva vidas que quando não sabemos o que combinar, o p&b não falha. 

Juntar estas duas tendências é a perfeição.


Os meus velhinhos All Stars ainda fazem o seu trabalho muito bem, mas gosto muito destes New Balance. São clean e muito versáteis. 
Qual os vossos favoritos?